Marcos Martins

Intimidades

“Pode entrar, amigão”, vibrou a recepcionista. Custei a acreditar que era comigo. Afinal, nunca a tinha visto na vida, sequer no comércio de doces e salgados, e a moça  já me abria a porta com a saudação aumentativa, um transbordamento inesperado de calor humano. Era uma funcionária bem treinada segundo as novas ordens do RH. …

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