Monthly Archives: dezembro 2015

31 12, 2015

Tri-presidente

2015-12-31T11:38:21+00:00 31 de dezembro de 2015|0 Comments

Dois meses atrás, hacker  tresloucado (algum é normal?) invadira o site do Teatro Mapati. Procedimento demorado, a reconstituição do conteúdo ofendido logrou razoável êxito, ensejando recuperação, entre diversos itens, de todas as minhas postagens no blog - agora sob título “Meu Velha” -, em sequência às quais outras e mais outras serão lançadas para leitura inapelável

30 12, 2015

Memórias/Memorialistas (XXXIII)

2015-12-30T17:34:57+00:00 30 de dezembro de 2015|0 Comments

Prossigo minha travessia indo de um mineiro ao outro. A vez agora é do Afonso Arinos de Melo Franco, a quem apelei se juntasse de novo a mim para dar uma pala sobre a infância, com isso ajudando a elastecer o Dia das Crianças. Não serão entoadas cantigas de roda. “(...) Interrompendo a leitura fiquei

30 12, 2015

Memórias/Memorialistas (XXXII)

2015-12-30T17:34:18+00:00 30 de dezembro de 2015|0 Comments

Falei que iria evocar a velhota numa outra ocasião. Mentira. Foi eu sentir o aroma das flores e rapidamente me arrependi da protelação. A presença da avó do Pedro Nava se adensara e não havia como ignorar sua experimentada presença no roseiral com mais de cem variedades, rosa guardião, rosa marnel, rosa palmeirão, segundo nos

30 12, 2015

Poemas de uma carioca desgarrada XV

2015-12-30T17:33:45+00:00 30 de dezembro de 2015|0 Comments

Linha de passe. Altinho? Perdão, meus conterrâneos, esse nome... Como era bom jogar isso na minha adolescência em Brasília. Antes da pelada, ou mesmo sem haver pelada, os meninos (meninas ainda não jogavam bola. Pra dentro, Marta Saré) a exibir controle de bola, a qual não podia cair de jeito nenhum, pena de vaias e

30 12, 2015

Memórias/Memorialistas (XXXI)

2015-12-30T17:33:16+00:00 30 de dezembro de 2015|0 Comments

Já havia me despedido do Pedro Nava. O reencontro estava previsto para dali a algumas semanas ou meses mesmo. Não foi possível, admito. Irresistível largar do pé do memorialista sem primeiramente vermos o Major no elenco de nossas estrelas e cujo nome completo não iria pesquisar. Pensando bem, resultou necessário. Concluí a pesquisa. Declinarei mais

30 12, 2015

Memórias/Memorialistas (XXX)

2015-12-30T17:32:52+00:00 30 de dezembro de 2015|0 Comments

Abandonemos as viagens de turismo e passemos a outra modalidade de jornada para apreciar o voo filosófico de Afonso Arinos. Na análise, ou que nome o tenha, feita antes da iminente chegada do homem à lua, o memorialista deblatera contra a era espacial, responsável por liquidar literalmente a grandeza do nosso planete. A água salobra

30 12, 2015

Memórias/Memorialistas (XXIX)

2015-12-30T17:32:22+00:00 30 de dezembro de 2015|0 Comments

Vim a São Paulo no início desse último setembro e retornei a Brasília nove dias depois. Para lá novamente tive de voltar, no dia 24 do mesmo mês e onde estive até 13 de outubro. Por isso, dentro do tópico “Memórias”, me sentiria movido ao convite a Paulo Duarte para continuar nos brindando com as

30 12, 2015

Primeira estrela

2015-12-30T17:30:50+00:00 30 de dezembro de 2015|0 Comments

Dotado de metidez insuportável e assumida conforme termo lavrado em cartório, novamente proclamo aos quatro ventos, estocados ou não: Mariana, uma das minhas duas filhas, nasceu no Dia da Criança, exatamente em 1979, ano declarado pela ONU Ano Internacional das Crianças. Apesar de ser a segunda da fila (Patricia, a primogênita, veio à luz em

30 12, 2015

Memórias/Memorialistas (XXVIII)

2015-12-30T17:24:10+00:00 30 de dezembro de 2015|0 Comments

Se somarmos todos os volumes das memórias de Afonso Arinos de Melo Franco, de Paulo Duarte e de Pedro  Nava (os dois solos do Érico Veríssimo estão na fila aguardando meu ataque), chegaremos a número perto de 20. Considerando uma média de 300 páginas por cada (o cacófato é proposital) tomo, vamos atingir o total

30 12, 2015

Memórias/Memorialistas (XXVII)

2015-12-30T17:22:33+00:00 30 de dezembro de 2015|0 Comments

Quando vi que o Pedro Nava fazia gestos de chamamento, deliberei voltar pela mesma ponte, após me despedir do Afonso Arinos. Havia nova troca de pessoas mas nada permitia intuir que a situação mudara. Embora o deputado, senador, chanceler aludisse ao sociólogo de Pernambuco, tudo a rigor recendia, na linguagem alinhavada pelos dois exímios contadores