Monthly Archives: fevereiro 2016

28 02, 2016

Memórias/Memorialistas (XXXVII)

2016-02-28T23:59:07+00:00 28 de fevereiro de 2016|0 Comments

Thomas Mann, que se tornou meu amigo, julgando-me um compatriota por ser descendente de mãi brasileira. Conheci-o em Paris, em 1933. Encontramo-nos novamente em Denver, Estados Unidos, em 1940. Foi assíduo colaborador de Anhembi, sendo os seus  artigos traduzidos do alemão por Henrique da Rocha Lima, o grande biologista brasileiro, descobridor do agente transmissor do tifo

23 02, 2016

Memórias/Memorialistas (XXXVI)

2016-02-23T15:24:26+00:00 23 de fevereiro de 2016|0 Comments

“Até nesses momentos anormais se vê a organização do país, muito distanciado da anarquia mental dos povos jovens das terras novas.” Não há dúvida de que o comentário acima, feito pelo Paulo Duarte no volume 2 (A inteligência da fome) de que nos ocupamos, trai fascínio e admiração pelos modos e costumes do povo francês

16 02, 2016

Poemas de uma carioca desgarrada (XVI)

2016-02-16T14:50:19+00:00 16 de fevereiro de 2016|0 Comments

A poesia se defende, resiste, ataca. Sem pleonasmos, enganadamente logra inserção em nosso blog pela segunda vez neste promissor(?) 2016. Os periódicos e as redes sociais divulgaram nas primeiras horas do dia que a poeta carioca tomara a deliberação de sair do casulo. Ansiávamos por isso há bastante tempo - eu diria, milênios. Ela atendera

10 02, 2016

Memórias/Memorialistas (XXXV)

2016-02-10T14:08:48+00:00 10 de fevereiro de 2016|0 Comments

“E, quanto mais mergulhado no passado, mais moderno sou.” (Lêdo Ivo) Nesse passeio pelas instituições francesas dos anos de 1930, sob a batuta do Paulo Duarte, inveja não me faltou, não me falta agora nem me faltará nas próximas postagens a respeito do tema. Não é complexo de vira-lata, é reconhecimento do que seja, pela

6 02, 2016

Poemas de uma paulista desgarrada (VI)

2016-02-06T23:01:14+00:00 6 de fevereiro de 2016|0 Comments

Carnaval na plenitude e o que aparece aqui não são marchinhas cantadas nos numerosos blocos que desfilam pelas vastidão das avenidas de Brasília. Neste blog, serve-se poema aos foliões para que nos ajudem a fugir da mediocridade reinante nos bailes da vida. Poeta é gente muito abusada. COMO ERA Não era de nada nem de

2 02, 2016

Confluência

2016-02-02T12:05:38+00:00 2 de fevereiro de 2016|0 Comments

Não quis ser invasivo. Fracassei, peço desculpas. Sua ideia do que nos acontecera o tempo todo? Meu Deus, foram dois dias! Estive num casa-separa. Conheci mulheres, sem envolvimento. Hoje, sozinho, na expectativa de mudanças. Entrei na loja para comprar sofá. Vi, siderado, a tatuagem nas costas. O papo, venda da mercadoria... aspectos pessoais. Retomada de