Monthly Archives: novembro 2018

24 11, 2018

Memórias/Memorialistas (LVIII)

2018-11-24T17:02:52+00:0024 de novembro de 2018|0 Comments

http://obviousmag.org/archives/2007/06/o_corpo_humano.html A morte, na sua indiferença absoluta, é o limite da sedução dos engajamentos sociais. Por isso, ela tem o poder de fechar feridas, enterrar ternuras e inaugurar saudades. (Roberto Damatta) Arrematei a postagem anterior, que com esta se coliga em todo o seu enredo, com a declaração de que não uso luvas, nem as

17 11, 2018

Memórias/Memorialistas (LVII)

2018-11-17T23:19:56+00:0017 de novembro de 2018|0 Comments

E o perfume que tem cada coisa. O vento tem um perfume, a luz branca cheira a jasmim, o vermelho a maça, o amor que a gente sente por alguém é cor de rosa... Posso sentir o perfume que exala de cada animal, cada objeto, cada árvore, todo ser vivo ou morto. (Monólogo teatral Sofia,