Mapati

About Mapati

This author has not yet filled in any details.
So far Mapati has created 279 blog entries.
14 09, 2017

Obsessões musicais (VIII)

2017-09-14T00:46:01+00:00 14 de setembro de 2017|0 Comments

Não sou candango nem mineiro, nada de Brasília, nada de Minas Gerais. Mas como me desapegar desses dois lugares se estou de maneira simultânea entranhado nas montanhas e no cerrado, quase um paradoxo geográfico? Cidade-céu, o meu pouso, onde moro por mais de cinco décadas. Aqui, nasceram minhas duas filhas e meu filho, Tiago, o

4 09, 2017

Grandes jornaleiros

2017-09-04T12:35:15+00:00 4 de setembro de 2017|0 Comments

Veja, isto é pouca/ Lenha no grande bate-boca/ E ainda escrevo uma carta capital/ Para os caros amigos desta banca de jornal/ A formiga carrega a folha/ Do estado de são paulo ao Piauí/ Enquanto isso a cigarra quer ser vip/ Pra sair contigo na capa da ti-ti-ti/ Caras, quem pra matar... Banca de Jornal

27 08, 2017

Obsessões musicais (VII)

2017-08-27T23:31:36+00:00 27 de agosto de 2017|0 Comments

A coisa está braba pra todo mundo, nossos governantes cada vez mais estripadores. Um dos exemplos de penúria, a moda lançada em Porto Alegre e no Rio de Janeiro chegou sorrateira ao cerrado: fatiamento do salário dos servidores públicos do GDF, numa sequência do que ocorrera no Congresso Nacional em tempos nem tão remotos, o

16 08, 2017

Poemas de um piauiense desgarrado (VIII)

2017-08-16T23:15:41+00:00 16 de agosto de 2017|1 Comment

Vincent Van Gogh - 1853/1890 - Holanda À medida que “capela” chegava aos meus ouvidos, a associação da palavra era com as igrejinhas do Palácio da Alvorada e do Soldado, ou, num rasgo pelo Oceano Atlântico, com a Capela Sistina, que não conheço. Na linguagem afetuosa - e no diminutivo - do poeta Vinicius de

11 08, 2017

Cadê o Wally?

2017-08-11T02:55:24+00:00 11 de agosto de 2017|1 Comment

Espalham por aí que poetas se manifestam através da poesia. Pura tautologia - no sentir da crítica equivocada. Quando o sofrimento é real, é grande, é quase insuportável, poetas se escondem na prosa. Em lugar de apresentar coisas duras da vida nos versos encerrados nas estrofes, podem expandir a narrativa de ponta a ponta do

31 07, 2017

Memórias/Memorialistas (L)

2017-07-31T01:14:14+00:00 31 de julho de 2017|1 Comment

A morte é uma coisa feia e ridícula. Acho que muita gente não quer morrer só por causa do vexame: ficar ali, exposto, coberto de flores, escutando o batraquear melancólico dos parentes e amigos, sentindo o corpo perder sua última graça, os últimos vestígios de beleza, e uma manada de pequenos animaizinhos secretos, invisíveis, devorando

20 07, 2017

Obsessões musicais (VI)

2017-07-20T02:19:54+00:00 20 de julho de 2017|0 Comments

Nas separações de casais heteros, os homens padecem mais, mesmo quando a ruptura é iniciativa deles. Resolutas e convictas, as mulheres tendem a não ingressar em novos relacionamentos, ao menos aqueles com a moldura tradicional - morar junto com o novo parceiro ou parceira, novos cunhados e cunhadas, novos sogro e sogra. O término do

10 07, 2017

Joãozinho da Vila vai, Joãozinho da Vila vem

2017-07-10T15:19:44+00:00 10 de julho de 2017|0 Comments

O tribunal sentenciou, marcharemos um dia lá pra cima. Sucumbência. Quanto aos poetas e às poetas, é arriscado dizer algo nesse sentido pois eles e elas, parece, duram para sempre. Nessa existência permanente, sem descontinuidade, com inspiração e expiração, nos enfeitiçam achando aliás que isso não passa de coisa pouca. Usam seus fantásticos dons e

6 07, 2017

Histórias do teatro brasiliense (IX)

2017-07-06T14:09:56+00:00 6 de julho de 2017|1 Comment

Os decalques da História do Teatro Brasiliense que venho colando aqui se encerram nos anos 90, período até onde caminhou a dupla de pesquisadores. É torcer para que lancem novo livro avançando na narração a partir de 2000 para que se possa replicá-la neste blog, mantendo o quanto possível a fidedignidade. Os dois autores, Fernando Villar e Eliezer

30 06, 2017

Histórias do teatro brasiliense (VIII)

2017-06-30T20:37:30+00:00 30 de junho de 2017|0 Comments

Engana-se quem pensa que os anos 80 ficaram somente na criação do Teatro Dulcina. Surgiu também nessa época um outro espaço cultural, o Teatro da ABO, onde o Mapati arriscou seus primeiros passos com a encenação (ingênua e amadorística) da peça infantil O Roubo da Estrela do Visconde. Nosso despretensioso elenco se autobatizou de Grupo Encrenca e alguns