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31 07, 2017

Memórias/Memorialistas (L)

2017-07-31T01:14:14+00:00 31 de julho de 2017|1 Comment

A morte é uma coisa feia e ridícula. Acho que muita gente não quer morrer só por causa do vexame: ficar ali, exposto, coberto de flores, escutando o batraquear melancólico dos parentes e amigos, sentindo o corpo perder sua última graça, os últimos vestígios de beleza, e uma manada de pequenos animaizinhos secretos, invisíveis, devorando

20 07, 2017

Obsessões musicais (VI)

2017-07-20T02:19:54+00:00 20 de julho de 2017|0 Comments

Nas separações de casais heteros, os homens padecem mais, mesmo quando a ruptura é iniciativa deles. Resolutas e convictas, as mulheres tendem a não ingressar em novos relacionamentos, ao menos aqueles com a moldura tradicional - morar junto com o novo parceiro ou parceira, novos cunhados e cunhadas, novos sogro e sogra. O término do

10 07, 2017

Joãozinho da Vila vai, Joãozinho da Vila vem

2017-07-10T15:19:44+00:00 10 de julho de 2017|0 Comments

O tribunal sentenciou, marcharemos um dia lá pra cima. Sucumbência. Quanto aos poetas e às poetas, é arriscado dizer algo nesse sentido pois eles e elas, parece, duram para sempre. Nessa existência permanente, sem descontinuidade, com inspiração e expiração, nos enfeitiçam achando aliás que isso não passa de coisa pouca. Usam seus fantásticos dons e

6 07, 2017

Histórias do teatro brasiliense (IX)

2017-07-06T14:09:56+00:00 6 de julho de 2017|1 Comment

Os decalques da História do Teatro Brasiliense que venho colando aqui se encerram nos anos 90, período até onde caminhou a dupla de pesquisadores. É torcer para que lancem novo livro avançando na narração a partir de 2000 para que se possa replicá-la neste blog, mantendo o quanto possível a fidedignidade. Os dois autores, Fernando Villar e Eliezer

30 06, 2017

Histórias do teatro brasiliense (VIII)

2017-06-30T20:37:30+00:00 30 de junho de 2017|0 Comments

Engana-se quem pensa que os anos 80 ficaram somente na criação do Teatro Dulcina. Surgiu também nessa época um outro espaço cultural, o Teatro da ABO, onde o Mapati arriscou seus primeiros passos com a encenação (ingênua e amadorística) da peça infantil O Roubo da Estrela do Visconde. Nosso despretensioso elenco se autobatizou de Grupo Encrenca e alguns

20 06, 2017

Histórias do teatro brasiliense (VII)

2017-06-20T18:00:01+00:00 20 de junho de 2017|1 Comment

Não está sendo nada descomplicado falar dos dias de hoje. Ainda bem (ainda mal) que neste blog inexistem reclamações, pela ausência absoluta de leitor ou leitora (até a parentada me lançou ao oblívio), e posso falar do que eu quiser, inclusive de tempos remotos. O presente tópico é interessante porque venho contando a história das artes cênicas

10 06, 2017

Obsessões musicais (V)

2017-06-10T18:18:35+00:00 10 de junho de 2017|0 Comments

No momento em que escrevo, o Tribunal Superior Eleitoral decide se cassa, ou não, a chapa Dilma/Temer. O voto do relator já foi proferido - pelo acolhimento da tese, levada pelo PSDB, segundo a qual houve abuso de poder político e econômico -, escontrando-se o segundo ministro, nome de imperador e conterrâneo do Belchior, a

3 06, 2017

Memórias/Memorialistas (XLIX)

2017-06-03T03:20:37+00:00 3 de junho de 2017|0 Comments

Dad Squarisi, jornalista das mais competentes do Correio Braziliense e cultora da Língua Portuguesa, desaba quando ouve ou lê “encarar de frente”. O pleonasmo, usado à exaustão por muita gente boa dita das letras, a incomoda porquanto seria um despropósito encarar de costas. E não adianta se socorrer do “tête-à-tête”, que, de acordo com ensinamentos

3 06, 2017

Memórias/Memorialistas (XLVIII)

2017-06-03T03:06:29+00:00 3 de junho de 2017|0 Comments

Desde o último 6 de março, dia do meu aniversário, encontrava-se abandonado o tópico das recordações, as minhas e as dos outros; a rigor, muito mais as deles do que as minhas. Um dos contadores de histórias deste blog, participante revel, é o Pedro Nava, o maior memorialista brasileiro,. O voo é longo, com destino a

25 05, 2017

Profissão: Masculino curado

2017-05-25T00:13:53+00:00 25 de maio de 2017|1 Comment

eu não sou/direita ou esquerdista/social ou comunista/ sou do partido do artista/que respeita ponto de vista/ contra o egoísta/e o capitalista/onde ser feliz está na lista/ como verdade e missão/de quem diariamente/reverencia são Jorge/ mas antes salva o dragão. - Marina Mara Tratava-se de lançamento de livro - espantosamente, ainda há nos dias de hoje