Raimundo Fagner – Irmãos Torres

Pulsando num segundo letal/No planalto central/Onde se divide, se divide, se divide/O bem e o mal/Vou achar o meu caminho de volta/Pode ser certo, pode ser direto/Caminho certo sem perigo, sem perigo/Sem perigo, sem perigo fatal
(Cavalo Ferro, de Fagner e Ricardo Torres)

No Correio Braziliense de 5 de maio p.p., caderno Diversão&Arte, há uma entrevista do Fagner. A uma das perguntas feitas pelo jornalista Irlam Rocha Lima, “Como surgiu a possibilidade de participar do Festival do Ceub?”, o compositor e cantor da terra de Iracema respondeu:

“Eu era muito desligado. Só queria mesmo tocar violão. Aí, o Ricardo e Roberto Torres, que foram meus colegas no Pré-Universitário (anoto: cursinho que ficava na 504 Sul; o meu pré foi no Laser, na 506 Sul), me falaram do festival. Eles mesmos inscreveram as minhas músicas. Uma delas, Cavalo ferro, fiz em parceria com o Ricardo. Resultado, fui o grande vencedor do festival, levando quatro prêmios: melhor canção, Mucuripe, prêmio especial do júri, Cavalo ferro, melhor intérprete e melhor arranjo. No ano seguinte, voltei a participar do festival como jurado.”

Mais um da turma de Brasília que passou (e morou) um tempo por aqui e brilhou (e ainda brilha) no mundo da música – Legião Urbana, Plebe Rude, Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, Cássia Eller, Hamilton Holanda, Zélia Duncan, Ney Matogrosso, Rosa Passos, entre outros e outras não tão conhecidos mas de indiscutível talento.

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Queria falar dos “lançadores profissonais” do Fagner: os irmãos Torres. Vou fazê-lo na próxima postagem começando o texto pelo Ricardo, o mais velho.

 

26 de junho de 2016

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mmsmarcos1953@hotmail.com

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