• Memórias/Memorialistas (LVII)

    E o perfume que tem cada coisa. O vento tem um perfume, a luz branca cheira a jasmim, o vermelho a maça, o amor que a gente sente por alguém é cor de rosa… Posso sentir o perfume que exala…

  • Obsessões musicais (XIV)

    Fantasma discreto, o tempo fica, a certa altura da vida, mais espesso. (Cristovão Tezza) Luís XIV governou a França por muitas décadas, o blog sou eu. Numa trajetória bem mais modesta, chego a este sonoro tópico xará do rei francês…

  • Vovô pagodeiro

    A cultura é o território da beleza, da sofisticação e do encontro entre gentes. (Luiz Antonio Simas) É saudável se conceder pausa e ignorar a batalha eleitoral. No octógono, para delírio da massa varada de fanatismo, dois lutadores se entredevoram.…

  • Poemas de uma carioca desgarrada (XXII)

    Quem me dera o estilo do suicida em seu último bilhete. Isto sim é conhecer o sortilégio” (Dalton Trevisan)   Minha namoradinha de pré-adolescência (rolava beijo?), manufaturadora de objetos e coisinhas que fascinariam Tati Bernardi (roteirista bem sucedida, mulher quanto mais…

  • Eneagrama (II)

    Inúmeras estórias e lendas retratam esta luta do arquétipo do herói contra seus adversários, geralmente representados por três ou quatro missões ou provas iniciáticas, ou ainda nos inimigos que o protagonista transforma em aliados para vencer o antagonista principal durante…

  • Eneagrama

    Aprendi que a palavra não foi feita para enfeitar, mas para dizer. – Geovani Martins – Consenso geral, os blog, nimbados todos de autorreferências, são das mais crepitantes fogueiras de vaidades. Num paradoxo, aproveito vaidosamente meu plantão neste espaço (autoridade houve…

  • 1953, o ano que acaba quando termina

    Assim é a vida. Um dia estamos, no outro, já não. A fila é longa. Mas aquele que, ao morrer, reacende em nossa memória o espírito de um tempo volta, imediatamente, a figurar entre os vivos. Como em imagens coloridas…