Memórias/Memorialistas (XIII)
Não se recuse a nos ajudar, professor Paulo Duarte. Mostre como aconteciam as viagens de navio ao exterior nos anos 1930, quando, sem haver nascido ainda, o cantor Roberto Carlos não podia emocionar cinquentonas, sessentonas e setentonas amadas/amantes de um…
Poemas de uma carioca desgarrada (III)
Nunca conseguiremos prestar todas as homenagens que o Chico Anysio merece. Um homem que se casou/descasou tantas vezes e embarcou amigo de todas as ex-mulheres não deve ser considerado pouca coisa. Não bastasse, vascaíno até aos (“Última flor do Lácio,…
O perfume (V)
Daí eu ter escalado para a tarefa uma patricía, que não é a minha filha mais velha, e sim pessoa nascida em Portugal. Desclassificada desta Copa como eu (mas sem tanta humilhação), ela irá me ajudar involuntariamente na empresa de…
Injeção de ânimo (II)
Numa cínica homenagem aos vinte anos de Pulp Fiction, a agulha operada suave mas decididamente (“Atenção, concentração, ritmo, vai começar a brincadeira…”) se imiscui no local que não era nenhuma Brastemp, nenhum Hulk, sem grandes áreas para dispersão e pouco…
Injeção de ânimo
Nessa quinta-feira, 10.11.14, dois dias após a tragédia em sete atos, fui impensadamente fazer, no início da manhã, um movimento brusco com a perna direita e a lombar… a lombar tomou o rumo do espaço. Aproveitei que a Tereza ia…
Poemas de uma carioca desgarrada (II)
Nos cadernos de cultura dos nossos jornais e revistas, impressiona a quantidade de páginas dedicadas à gastronomia. Nada contra, malgrado minha preferência seja por mais cobertura das áreas de cinema e literatura. Como mergulhar em busca do tempo perdido sem…
Poemas de uma carioca desgarrada
Já disse a vocês que não sou um entusiasta da poesia nem aprovo o nepotismo. Às vezes, minto um pouquinho (obrigado, Tim Maia). AUTOS-BIOS-GRAFIAS Pari 5 filhos Emprenhei de 7. Amei meu pai, meus irmãos Adorei minha mãe e irmãs Incestuosamente…
O perfume (IV)
Sejamos bipolares. Enfrentemos sem protelações o lado ruim do perfume (ou de “O Perfume”), é mergulho de nariz na lama. Não sei se iremos aguentar. Na época de que falamos, reinava nas cidades um fedor dificilmente concebível por nós, hoje.…
O perfume (III)
Perfume é bom, tem fascínio, sobretudo se curtirmos o anúncio de um dos principais fabricantes do Brasil. “Romântica, a fragrância em edição limitada (…) traz a mistura da delicadeza do jasmim com o amadeirado do âmbar … é uma colônia…
O perfume (II)
Perfume tem muito, muito a ver com isso tudo. Nos tempos do Brasil provinciano de meados do século passado, reputava-se inadmissível e impensável o do sexo masculino perfurmar-se, mesmo que não desbragadamente. Os homens aspergiam perfume quase que às encondidas,…