Aviso de agradecimento (IV)
O que vi de manhã era muito melhor, ou melhor, menos pior do que vi à tarde. Mais sondas, peito arfando muito mais, sinal do enfisema pulmonar, que, soube depois, já sufocava o paciente havia tempos. Por volta das 16h10,…
Aviso de agradecimento (III)
Guarda-chuvas ordinários, violentamente retráteis; pessoas obesas ou idosas (ou com as duas características juntas) penando para chegar em local seguro e protegido; o cavalo branco e marrom, pela sujeira, estaria satisfeito com o aguaceiro, não tivesse de usar sua força…
Aviso de agradecimento (II)
Devido a problemas no sistema hidráulico da loja, o almoço no Giraffas, costumeiramente rápido, arrastou-se por mais de hora. Saciado com a comida honesta (que se espraia por todo o Brasil; parabéns ao criador da rede alimentícia iniciada no cerrado),…
Aviso de agradecimento
Em meados da década de 1960, os pré-adolescentes de Brasília víamos o Paranoá como um lugar distante, inacessível. Lá se chegava pelo Setor de Mansões Norte, como é até hoje, ou pelo Lago Sul, com um pequeno detalhe: não havia…
Parque da Cidade (VI)
4) Ciclovia Minhas sugestões de aprimoramentos do parque ficaram lá para trás, ninguém as deve ter lido. Não desanimo, sou teimoso. Prossigo. Ex-colega meu de CRSFN e hoje ministro de tribunal superior dizia, à época em que não amava muito…
Anjos de Barro (VI)
O meu liame com tudo isso: Daniela, personagem do capítulo “Anjos de Barro” e grande especialista em telenovelas. A terna moça, a quem encontro vez que outra nos aniversários de família, é a) irmã do Luizinho, melhor amigo do meu…
Anjos de barro (V)
Neste tópico V, o penúltimo dessas homenagens, considero finda minha descarada apropriação do depoimento do pai do Bode Orelana e de tantos outros filhos e filhas encantadoramente rebeldes e subversivos. http://www.ditopelomaldito.com/2013/01/3-irmaos-de-sangue-um-documentario.html (…) Mas este depoimento já está grande demais e…
Anjos de barro (IV)
E qual é o meu vínculo de família? Tentarei sintetizar. Mas irei fazê-lo daqui a pouco. “(…) Tinha certeza que só o movimento, muito movimento iria garantir a sobrevivência. A morte para nós não é uma figura de retórica, andamos…
Anjos de Barro (III)
Minha admiração pelo livro deve-se não só ao prefácio, cujos principais trechos (todos são principais e dignos de menção) ora retomo. Possuo, digamos, laços familiares com uma das personagens. “(…) A mãe sofria humilhação pública (coitada! pobrezinha! Que purgatório!) por…
Anjos de Barro (II)
A rigor, e sem autorização legal, vou preliminarmente seguir os passos do José Maria Mayrynk, nascido na mesma região mineira do meu pai, Zona da Mata, que escreveu o livro “Histórias de pais e filhos especiais”, aberto com tocante dedicatória:…