Meu Velha (IV)
Sem força para escrever, socorro-me de Afonso Arinos de Melo Franco, a respeito de quem deverei falar muito doravante, em item próprio, inaugurado nos primórdios destas anotações com o Paulo Duarte, seguido do Pedro Nava, aos quais desejo ajuntar outros…
Meu Velha (III)
Tereza sempre quis um filho homem. O presente chegará depois das duas meninas – para ir embora com dois anos e meio depois. A morte do Velha, é óbvio, abalou-nos de forma profunda e dilacerante. Dir-se-ia que quase destruíra a jovem…
Meu Velha (II)
… em 1983, retomamos nossa vidinha na HCGN 715. A casa, adquirida no ano anterior mediante financiamento imobiliário de curto prazo (trinta anos), fora reformada por nós dois à custa da venda de licença-prêmio e férias. Era toda de piso…
Meu Velha
“Você vai perder seu homem quando ele tiver 30 anos.” Idos de 1980. Viagem de férias em Olinda, cidade pernambucana do carnaval de fortes raízes e maravilhoso. Tereza ouviu a apavorante profecia de uma quiromante que exalava convicção. Nada no…
Arte sobre rodas (V)
No episódio que passo a narrar, não há dúvidas sobrepairando como de outras vezes, o município era Campos Belos, lá no nordeste do (preciso me acostumar com esse “do”) Goiás, proximidades da divisa com o estado de Tocantins, que, antes…
Viva a descortesia
Publicado no Jornal de Brasília, o artigo abaixo (título “Viva a descortesia”) foi escrito há quase dezoito anos e tudo ali deduzido é de inquestionável contemporaneidade. Vejam que lamentavelmente o quadro resta inalterado até hoje, não fosse o embarque de…
Beirute, o Clube da Esquina
Vou falar do Beirute – e não propriamente do Beira, já que esse novato (para usar adjetivo na moda) reduto pertence à turma da Zona Norte, toda ela, entretanto, amiga do Bolinha, da Luluzinha e até do pai dela, o…
Memórias/Memorialistas (IV),
Retornemos ao Paulo Duarte. Entre os seus oito livros de memória (já admiti não saber quantos foram exatamente), tem um com este título: “Apagada e vil mediocridade”. O volume (quinto) poderia ter vindo a público somente assim, sem mais nada…
Não me abandonem
Há um ano, mais exatamente em 9 de novembro de 2012, enviei a mensagem eletrônica (abaixo) para as pessoas cujos nomes estão nela dispostos; em realidade, a Gleice não foi destinatária, podendo agora, juntamente com os poucos que me leem,…
Dona Candoca
Desculpe a ousadia de me dirigir à senhora, diretamente. É que estou aproveitando a ausência de seu neto, que anda meio sumidão do blog dele encarapitado no jornal O Globo; parece que por causa (hoje se fala “por conta”) das…