{"id":12967,"date":"2016-05-01T16:58:57","date_gmt":"2016-05-01T16:58:57","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/blog\/?p=1465"},"modified":"2016-05-01T16:58:57","modified_gmt":"2016-05-01T16:58:57","slug":"muito-alem-do-jardim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/muito-alem-do-jardim\/","title":{"rendered":"Muito al\u00e9m do jardim"},"content":{"rendered":"<p>O gostoso de escrever aqui \u00e9 que nepotismo n\u00e3o \u00e9 proibido nem muito menos coibido. O <em>blog<\/em>\u00a0por isso n\u00e3o se furta a difundir \u00a0proezas, conquistas e sucessos familiares.<\/p>\n<p>H\u00e1 desvarios, os quais eu n\u00e3o escondo, trato deles tamb\u00e9m, muito de vez em quando e sutilmente. Pois os espinhos aparecem, nos furam, nos machucam e se juntam \u00e0s ervas daninhas para \u00a0acabar com as nossas flores.<\/p>\n<p>Doravante, para ajudar na luta contra adversidades, procurarei um <em>superman <\/em>\u00a0(n\u00e3o \u00e9 machismo), um her\u00f3i que n\u00e3o se abale nem se atacado pela kriptonita e que trabalhe inclusive no Dia do Trabalhador.<\/p>\n<p>Vou dar uma descida aqui pelas cercanias de \u00c1guas Claras e ver se consigo algum volunt\u00e1rio.<\/p>\n<p>Pode at\u00e9 ser primo meu e cuja m\u00e3e seja irm\u00e3 da minha m\u00e3e.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1466 aligncenter\" src=\"http:\/\/2017.mapati.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/185_AC.jpg\" alt=\"185_AC\" width=\"439\" height=\"292\" \/><\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cGerardo Ara\u00fajo de Lima, 53 anos, conhece \u00c1guas Claras como poucos moradores da regi\u00e3o. O servidor p\u00fablico desembarcou por l\u00e1 h\u00e1 19 anos e, desde ent\u00e3o, acompanhou o crescimento da cidade. Enquanto isso, alimentou um desejo especial: o de manter parte da cidade enfeitada com plantas e \u00e1rvores.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>O carioca tomou gosto pela jardinagem aos 10 anos, quando veio morar em Bras\u00edlia, em 1973<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cGerardo \u00e9 um genu\u00edno carioca, desses que trazem um sotaque carregado e inconfund\u00edvel. No porta-malas do carro, traz sempre um verdadeiro arsenal verde: regadores, p\u00e1s e tesouras de jardinagem. Sujos de terra, os objetos entregam a paix\u00e3o pela natureza que ocupa quase todo o seu tempo livre. Vivendo na quadra 202 de \u00c1guas Claras, ele recolhe plantas descartadas por moradores da regi\u00e3o. Tamb\u00e9m cultiva e compra mudas de \u00e1rvores e plantas. Sem aux\u00edlio algum, encarrega-se de plantar tudo nas redondezas do pr\u00e9dio onde vive.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cA boa a\u00e7\u00e3o, reconhecida e aplaudida por moradores da cidade, n\u00e3o fica apenas no primeiro passo. \u201cEu planto e cuido da manuten\u00e7\u00e3o de cada \u00e1rvore. N\u00e3o quero prejudicar a cidade, mas ajudar. Por isso, rego e podo constantemente\u201d, conta. E tudo ocorre sem hora marcada. Por isso, confessa ter levado pux\u00f5es de orelha da mulher dele. \u2018Sempre que posso, uso minhas horas vagas para isso. Muitas vezes aproveito o hor\u00e1rio de almo\u00e7o e at\u00e9 mesmo a madrugada. Minha fam\u00edlia vai atr\u00e1s de mim e, se n\u00e3o me acha, j\u00e1 sabe onde estou\u2019, diz.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>Ele faz tudo por amor \u00e0 natureza e, acima de tudo, por acreditar que o crescimento desenfreado de qualquer cidade pode ser prejudicial para o pr\u00f3prio homem. Por viver em \u00c1guas Claras desde o comecinho, sente falta dos velhos tempos \u2014 quando a regi\u00e3o respirava ar puro e se mantinha sob a sombra das \u00e1rvores. \u2018A cidade cresceu muito e extrapolou os padr\u00f5es. A previs\u00e3o de construir pr\u00e9dios com at\u00e9 12 andares se modificou totalmente. Hoje, temos pr\u00e9dios com mais de 20 andares e n\u00e3o h\u00e1 tanta preocupa\u00e7\u00e3o com a perpetua\u00e7\u00e3o do verde\u2019, acredita.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cNo canto onde vive, sozinho, Gerardo j\u00e1 plantou de quase tudo. Tem ip\u00ea-rosa, amoreira, pitangueira e at\u00e9 cerejeira. Para ele, essa contribui\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria traduz um desejo da comunidade. \u2018Eu n\u00e3o planto para mim, mas para todos que moram aqui. Acredito que trazer plantas como essas para c\u00e1 \u00e9, tamb\u00e9m, possibilitar que crian\u00e7as conhe\u00e7am e acompanhem o desenvolvimento de esp\u00e9cies pouco vistas. Quero que elas tomem gosto por isso\u2019, explica.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cE essa paix\u00e3o pela natureza nasceu bem cedo, quando o carioca tinha apenas 10 anos. Curioso, nunca estudou jardinagem, mas tinha interesses incomuns a crian\u00e7as desta idade. Em 1973 veio para Bras\u00edlia com a fam\u00edlia, acompanhando a m\u00e3e, que precisava trabalhar. Chegando aqui, foi morar na 312 Sul, num pr\u00e9dio cujas varandas eram cercadas por jardineiras \u2014 locais adaptados para receber plantas e, assim, decorar os apartamentos. Ali, come\u00e7ou a se dedicar a uma nova divers\u00e3o: o plantio de mudas.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cPara passar o tempo, pediu o aux\u00edlio da m\u00e3e e resolveu come\u00e7ar o cultivo de uma horta. \u2018Quanto mais eu plantava, mais gostava de fazer isso. Quando as plantas ficavam muito grandes, eu as colocava no gramado da quadra\u2019, recorda. Anos depois dessa experi\u00eancia inicial, casou-se e foi morar em um dos primeiros edif\u00edcios de \u00c1guas Claras. Por coincid\u00eancia, n\u00e3o havia jardineiro no condom\u00ednio. \u2018Resolvi a ornamentar a \u00e1rea comum do meu pr\u00e9dio e o fiz at\u00e9 que um profissional foi contratado. S\u00f3 depois disso, passei a plantar na pra\u00e7a\u2019. No futuro, deseja continuar com a a\u00e7\u00e3o. \u2018Se depender de mim, quero plantar em outros lugares, em \u00e1reas que est\u00e3o vazias\u2019, vislumbra.\u201d<\/em><\/span><\/p>\n<p>O servidor p\u00fablico Gerardo Ara\u00fajo come\u00e7ou a cuidar das plantas de seu bloco em \u00c1guas Claras, mas logo passou a dedicar-se elas tamb\u00e9m nas redondezas<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-1467 aligncenter\" src=\"http:\/\/2017.mapati.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/185_AC2.jpg\" alt=\"185_AC2\" width=\"538\" height=\"358\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>Muito al\u00e9m do jardim<\/em> &#8211; (A boa a\u00e7\u00e3o, reconhecida e aplaudida<\/span><br \/>\n<span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\">por moradores da cidade de \u00c1guas Claras)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em><span style=\"font-size: 10pt;\">Fonte: Correio Braziliense \u2013 Fotos: Breno Fortes\/CB\/D.A.Press &#8211; Correio Braziliense\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/span>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">1\u00ba de maio de 2016<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(185)<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O gostoso de escrever aqui \u00e9 que nepotismo n\u00e3o \u00e9 proibido nem muito menos coibido. O blog\u00a0por isso n\u00e3o se furta a difundir \u00a0proezas, conquistas e sucessos familiares. H\u00e1 desvarios, os quais eu n\u00e3o escondo, trato deles tamb\u00e9m, muito de vez em quando e sutilmente. Pois os espinhos aparecem, nos furam, nos machucam e se juntam \u00e0s ervas daninhas para \u00a0acabar com as nossas flores. Doravante, para ajudar na luta contra adversidades, procurarei um superman \u00a0(n\u00e3o \u00e9 machismo), um her\u00f3i que n\u00e3o se abale nem se atacado pela kriptonita e que trabalhe inclusive no Dia do Trabalhador. Vou dar uma descida aqui pelas cercanias de \u00c1guas Claras e ver se consigo algum volunt\u00e1rio. Pode at\u00e9 ser primo meu e cuja m\u00e3e seja irm\u00e3 da minha m\u00e3e. \u201cGerardo Ara\u00fajo de Lima, 53 anos, conhece \u00c1guas Claras como poucos moradores da regi\u00e3o. O servidor p\u00fablico desembarcou por l\u00e1 h\u00e1 19 anos e, desde ent\u00e3o, acompanhou o crescimento da cidade. Enquanto isso, alimentou um desejo especial: o de manter parte da cidade enfeitada com plantas e \u00e1rvores. O carioca tomou gosto pela jardinagem aos 10 anos, quando veio morar em Bras\u00edlia, em 1973 \u201cGerardo \u00e9 um genu\u00edno carioca, desses que trazem um sotaque carregado e inconfund\u00edvel. No porta-malas do carro, traz sempre um verdadeiro arsenal verde: regadores, p\u00e1s e tesouras de jardinagem. Sujos de terra, os objetos entregam a paix\u00e3o pela natureza que ocupa quase todo o seu tempo livre. Vivendo na quadra 202 de \u00c1guas Claras, ele recolhe plantas descartadas por moradores da regi\u00e3o. Tamb\u00e9m cultiva e compra mudas de \u00e1rvores e plantas. Sem aux\u00edlio algum, encarrega-se de plantar tudo nas redondezas do pr\u00e9dio onde vive. \u201cA boa a\u00e7\u00e3o, reconhecida e aplaudida por moradores da cidade, n\u00e3o fica apenas no primeiro passo. \u201cEu planto e cuido da manuten\u00e7\u00e3o de cada \u00e1rvore. N\u00e3o quero prejudicar a cidade, mas ajudar. Por isso, rego e podo constantemente\u201d, conta. E tudo ocorre sem hora marcada. Por isso, confessa ter levado pux\u00f5es de orelha da mulher dele. \u2018Sempre que posso, uso minhas horas vagas para isso. Muitas vezes aproveito o hor\u00e1rio de almo\u00e7o e at\u00e9 mesmo a madrugada. Minha fam\u00edlia vai atr\u00e1s de mim e, se n\u00e3o me acha, j\u00e1 sabe onde estou\u2019, diz. Ele faz tudo por amor \u00e0 natureza e, acima de tudo, por acreditar que o crescimento desenfreado de qualquer cidade pode ser prejudicial para o pr\u00f3prio homem. Por viver em \u00c1guas Claras desde o comecinho, sente falta dos velhos tempos \u2014 quando a regi\u00e3o respirava ar puro e se mantinha sob a sombra das \u00e1rvores. \u2018A cidade cresceu muito e extrapolou os padr\u00f5es. A previs\u00e3o de construir pr\u00e9dios com at\u00e9 12 andares se modificou totalmente. Hoje, temos pr\u00e9dios com mais de 20 andares e n\u00e3o h\u00e1 tanta preocupa\u00e7\u00e3o com a perpetua\u00e7\u00e3o do verde\u2019, acredita. \u201cNo canto onde vive, sozinho, Gerardo j\u00e1 plantou de quase tudo. Tem ip\u00ea-rosa, amoreira, pitangueira e at\u00e9 cerejeira. Para ele, essa contribui\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria traduz um desejo da comunidade. \u2018Eu n\u00e3o planto para mim, mas para todos que moram aqui. Acredito que trazer plantas como essas para c\u00e1 \u00e9, tamb\u00e9m, possibilitar que crian\u00e7as conhe\u00e7am e acompanhem o desenvolvimento de esp\u00e9cies pouco vistas. Quero que elas tomem gosto por isso\u2019, explica. \u201cE essa paix\u00e3o pela natureza nasceu bem cedo, quando o carioca tinha apenas 10 anos. Curioso, nunca estudou jardinagem, mas tinha interesses incomuns a crian\u00e7as desta idade. Em 1973 veio para Bras\u00edlia com a fam\u00edlia, acompanhando a m\u00e3e, que precisava trabalhar. Chegando aqui, foi morar na 312 Sul, num pr\u00e9dio cujas varandas eram cercadas por jardineiras \u2014 locais adaptados para receber plantas e, assim, decorar os apartamentos. Ali, come\u00e7ou a se dedicar a uma nova divers\u00e3o: o plantio de mudas. \u201cPara passar o tempo, pediu o aux\u00edlio da m\u00e3e e resolveu come\u00e7ar o cultivo de uma horta. \u2018Quanto mais eu plantava, mais gostava de fazer isso. Quando as plantas ficavam muito grandes, eu as colocava no gramado da quadra\u2019, recorda. Anos depois dessa experi\u00eancia inicial, casou-se e foi morar em um dos primeiros edif\u00edcios de \u00c1guas Claras. Por coincid\u00eancia, n\u00e3o havia jardineiro no condom\u00ednio. \u2018Resolvi a ornamentar a \u00e1rea comum do meu pr\u00e9dio e o fiz at\u00e9 que um profissional foi contratado. S\u00f3 depois disso, passei a plantar na pra\u00e7a\u2019. No futuro, deseja continuar com a a\u00e7\u00e3o. \u2018Se depender de mim, quero plantar em outros lugares, em \u00e1reas que est\u00e3o vazias\u2019, vislumbra.\u201d O servidor p\u00fablico Gerardo Ara\u00fajo come\u00e7ou a cuidar das plantas de seu bloco em \u00c1guas Claras, mas logo passou a dedicar-se elas tamb\u00e9m nas redondezas Muito al\u00e9m do jardim &#8211; (A boa a\u00e7\u00e3o, reconhecida e aplaudida por moradores da cidade de \u00c1guas Claras) Fonte: Correio Braziliense \u2013 Fotos: Breno Fortes\/CB\/D.A.Press &#8211; Correio Braziliense\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 1\u00ba de maio de 2016 (185) mmsmarcos1953@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-12967","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12967","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12967"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12967\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12967"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12967"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12967"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}