{"id":15192,"date":"2019-09-30T09:32:27","date_gmt":"2019-09-30T12:32:27","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/?p=15192"},"modified":"2019-10-13T19:45:11","modified_gmt":"2019-10-13T22:45:11","slug":"memorias-memorialistas-lxii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/memorias-memorialistas-lxii\/","title":{"rendered":"Mem\u00f3rias\/Memorialistas LXII"},"content":{"rendered":"\n<p>J\u00e1 contei neste&nbsp;<em>blog<\/em>. Colega meu de UnB largou a bonita esposa para viver (morar, casar de novo) com a m\u00e3e dela, mulher um pouco menos jovem e t\u00e3o bela quanto a filha preterida. O ano era 1973 (ou 1974) e o Don Juan do Departamento de Direito (ainda n\u00e3o era Faculdade), tornado padrasto da ex-c\u00f4njuge, antecipara a vig\u00eancia da Lei do Div\u00f3rcio, sancionada em 26 de dezembro de 1977, coroando batalha secular travada contra tudo e contra todos (a favor de todas?) pelo senador baiano Nelson Carneiro, que, por consequ\u00eancia, vira merecidamente o diploma legal ser batizado com seu nome.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos dias de hoje&nbsp;essa transversalidade amorosa na fam\u00edlia&nbsp;constitui h\u00e1bito&nbsp;corriqueiro, novelinhas das sete abordam o tema sem cerim\u00f4nia nenhuma mas \u00e0quela \u00e9poca o baque disso foi consider\u00e1vel, inclusive no nosso ambiente acad\u00eamico.<\/p>\n\n\n\n<p>Imaginem voc\u00eas historinha de enredo assemelhado acontecendo nos prim\u00f3rdios do S\u00e9culo XX? De novo, portanto, retornamos ao \u201cSolo de Clarineta\u201d, vol. 1, do c\u00e9lebre \u00c9rico Ver\u00edssimo.<\/p>\n\n\n\n<p>De um certo prisma, o Sebasti\u00e3o Ver\u00edssimo, figurante destacado de nossas duas recentes postagens e patriarca da Casa Grande, transpunha louco de tes\u00e3o a ponte para a Senzala, sem saber que suas&nbsp;<em>cordelianas<\/em>&nbsp;investidas sexuais eram testemunhadas no outro canto do rinque de abate pelo filho \u00c9rico, tomado de paix\u00e3o plat\u00f4nica consoante sua narrativa.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:right\"><em>\u201c(&#8230;) No momento exato em que escrevo estas linhas, uma figura se tra\u00e7a n\u00edtida na minha mem\u00f3ria. Cord\u00e9lia. Era uma das costureiras da minha m\u00e3e. Eu ainda n\u00e3o conhecia mulher. Teria quando muito quatorze anos e sofria todas as frustra\u00e7\u00f5es dessa idade: voz epicena, postura desajeitada, timidez desconfiada, ignor\u00e2ncia supersticiosa, principalmente em mat\u00e9ria de sexo&#8230; Nos seus dezessete ou dezoito anos Cord\u00e9lia era j\u00e1 uma mulher feita, e muito bem feita! Eu sentia por ela uma poderosa atra\u00e7\u00e3o f\u00edsica. A pele da cabocla era desse moreno enxuto e parelho das chinesas. Tinha uns olhos gra\u00fados, lustrosos e negros como os cabelos lisos, e um sorriso suave e limpo a animar-lhe o rosto oval, de fei\u00e7\u00f5es delicadas. Costumava brincar comigo, mas sem coquetismo nem provoca\u00e7\u00e3o. Eu sentia que para ela eu era apenas um \u2018guri\u2019.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O relato evolui na mesma pegada(epa), minucioso e sincero, o estado d\u2019alma, a afli\u00e7\u00e3o do corpo juvenil, num paradoxo a proximidade espacial mantinha intocado o menino, a l\u00e9guas de dist\u00e2ncia da conjun\u00e7\u00e3o carnal, Cord\u00e9lia desconectada, empatia zero.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cPercebi um dia que meu pai come\u00e7ava a assedi\u00e1-la. Aconteceu que, duma feita, por alguma raz\u00e3o, a morena teve de passar a noite em nossa casa, deitada num colch\u00e3o estendido no soalho, na sala de costura, por onde o Velho costumava entrar, de volta de suas andan\u00e7as noturnas. O simples fato de saber que Cord\u00e9lia se encontrava a poucos passos de meu quarto, de minha cama, punha-me o sangue a ferver, excitava-me e ao mesmo tempo me deixava antecipadamente frustrado, pois eu sabia que minha timidez n\u00e3o me permitiria ir at\u00e9 onde a rapariga dormia. Armei todas as arapucas imagin\u00e1veis para prender o sono. In\u00fatil. O sangue pulsava-me nas t\u00eamporas e em outros lugares menos nobres da minha anatomia.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Entra em cena o Ti\u00e3o exterminador, ainda sem conten\u00e7\u00f5es, rival do mesmo sangue, para empanar inconscientemente a madrugada do filho rec\u00e9m ingressado na adolesc\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:right\"><em>\u201cDe s\u00fabito ouvi um ru\u00eddo na porta de entrada. Devia ser meu pai que punha a chave na fechadura&#8230; Meu pulso rompeu a correr como um potro assustado. O Velho ia passar perto do colch\u00e3o onde Cord\u00e9lia dormia. Ouvi a porta abrir-se e fechar-se. Meu cora\u00e7\u00e3o, cron\u00f4metro desregulado, determinou o tempo que o Velho devia levar para chegar \u00e0 sua pr\u00f3pria cama. Bastava-lhe dar uns quinze passos&#8230; Passavam-se os segundos. Meu companheiro de quarto n\u00e3o aparecia. Compreendi tudo. Tinha visto Cord\u00e9lia a seus p\u00e9s, ao alcance de suas m\u00e3os. Comecei a ouvir vozes cochichadas. Senti que a cabocla despertava sobressaltada. Da\u00ed por diante s\u00f3 me chegavam aos ouvidos os sussurros dele. Imaginei-o ajoelhado ao p\u00e9 do colch\u00e3o, j\u00e1 a apalpar o corpo da rapariga. Era a \u2018cantata\u2019 que come\u00e7ava. Ela dizia n\u00e3o. Ele insistia. Ela tornava a negar-se. Eu estava sentado na cama e j\u00e1 n\u00e3o sabia mais se queria que a mulher que eu tanto cobi\u00e7ava, continuasse resistindo ao ataque sebastianesco ou se preferia que meu pai a possu\u00edsse para que eu pudesse gozar o corpo de Cord\u00e9lia por procura\u00e7\u00e3o. O tempo passava. Cord\u00e9lia defendia-se. Cheguei a ouvir meu Velho dizer, distintamente: \u2018Por qu\u00ea? N\u00e3o faz mal nenhum. \u00c9 s\u00f3 um pouquinho&#8230;\u2019 Eu agora estava deitado de bru\u00e7os, apertando o sexo t\u00fargido contra o colch\u00e3o e respirando irregularmente. Houve um momento em que o&nbsp;<\/em>n\u00e3o<em>&nbsp;da cabocla foi quase um grito. Fez-se em seguida um sil\u00eancio. Ouvi passadas leves de ladr\u00e3o na pe\u00e7a cont\u00edgua. Em menos de meio minuto meu pai entrou no nosso quarto, acendeu a luz e come\u00e7ou a despir-se. Fingi que dormia. Do\u00eda-me a cabe\u00e7a, o corpo inteiro. O Velho deitou-se. Em breve o veterano de tantas guerras e escaramu\u00e7as er\u00f3ticas ressonava tranq\u00fcilo. S\u00f3 consegui dormir ao raiar do dia.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Havia que deixar o texto fluir, sem presun\u00e7\u00f5es minhas de interromper, n\u00e3o me era cab\u00edvel interpor quaisquer coment\u00e1rios e observa\u00e7\u00f5es. Agora, em que me reapresento, antecipo os cap\u00edtulos seguintes do folhetim &#8211; nossa hero\u00edna saiu inviolada.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:right\"><em>\u201cNenhum de n\u00f3s dois conquistou Cord\u00e9lia. Ela continuou a trabalhar serenamente em nossa casa. Um ano mais tarde casou-se com um craque de futebol local. Levou-lhe intacta a sua virgindade, pois do contr\u00e1rio ele a teria devolvido aos pais. (Est\u00e1vamos em 1920.) Brava Cord\u00e9lia.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um viva \u00e0s feministas de todas as eras.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/mapati.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Blog_303-1024x827.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-15193\" width=\"673\" height=\"543\" srcset=\"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Blog_303-1024x827.jpg 1024w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Blog_303-300x242.jpg 300w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Blog_303-768x620.jpg 768w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/Blog_303.jpg 1572w\" sizes=\"(max-width: 673px) 100vw, 673px\" \/><figcaption>Imagem de abudrian por Pixabay <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\"><strong><a href=\"https:\/\/www.unb.br\">#UnB<\/a><br>#<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Solo_de_Clarineta\">Solo de clarineta<\/a><br><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/%C3%89rico_Ver%C3%ADssimo\">#Sebasti\u00e3o Ver\u00edssimo<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/LEIS\/L6515.htm\">#Lei do Div\u00f3rcio<\/a><br><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Nelson_Carneiro\">#Senador Nelson Carneiro <\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:right\">30\/09\/2019<br>(303)<br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\" target=\"_blank\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/a> <br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\" target=\"_blank\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>J\u00e1 contei neste&nbsp;blog. 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De novo, portanto, retornamos ao \u201cSolo de Clarineta\u201d, vol. 1, do c\u00e9lebre \u00c9rico Ver\u00edssimo. De um certo prisma, o Sebasti\u00e3o Ver\u00edssimo, figurante destacado de nossas duas recentes postagens e patriarca da Casa Grande, transpunha louco de tes\u00e3o a ponte para a Senzala, sem saber que suas&nbsp;cordelianas&nbsp;investidas sexuais eram testemunhadas no outro canto do rinque de abate pelo filho \u00c9rico, tomado de paix\u00e3o plat\u00f4nica consoante sua narrativa. \u201c(&#8230;) No momento exato em que escrevo estas linhas, uma figura se tra\u00e7a n\u00edtida na minha mem\u00f3ria. Cord\u00e9lia. Era uma das costureiras da minha m\u00e3e. Eu ainda n\u00e3o conhecia mulher. Teria quando muito quatorze anos e sofria todas as frustra\u00e7\u00f5es dessa idade: voz epicena, postura desajeitada, timidez desconfiada, ignor\u00e2ncia supersticiosa, principalmente em mat\u00e9ria de sexo&#8230; Nos seus dezessete ou dezoito anos Cord\u00e9lia era j\u00e1 uma mulher feita, e muito bem feita! Eu sentia por ela uma poderosa atra\u00e7\u00e3o f\u00edsica. A pele da cabocla era desse moreno enxuto e parelho das chinesas. Tinha uns olhos gra\u00fados, lustrosos e negros como os cabelos lisos, e um sorriso suave e limpo a animar-lhe o rosto oval, de fei\u00e7\u00f5es delicadas. Costumava brincar comigo, mas sem coquetismo nem provoca\u00e7\u00e3o. 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Armei todas as arapucas imagin\u00e1veis para prender o sono. In\u00fatil. O sangue pulsava-me nas t\u00eamporas e em outros lugares menos nobres da minha anatomia.\u201d Entra em cena o Ti\u00e3o exterminador, ainda sem conten\u00e7\u00f5es, rival do mesmo sangue, para empanar inconscientemente a madrugada do filho rec\u00e9m ingressado na adolesc\u00eancia. \u201cDe s\u00fabito ouvi um ru\u00eddo na porta de entrada. Devia ser meu pai que punha a chave na fechadura&#8230; Meu pulso rompeu a correr como um potro assustado. O Velho ia passar perto do colch\u00e3o onde Cord\u00e9lia dormia. Ouvi a porta abrir-se e fechar-se. Meu cora\u00e7\u00e3o, cron\u00f4metro desregulado, determinou o tempo que o Velho devia levar para chegar \u00e0 sua pr\u00f3pria cama. Bastava-lhe dar uns quinze passos&#8230; Passavam-se os segundos. Meu companheiro de quarto n\u00e3o aparecia. Compreendi tudo. Tinha visto Cord\u00e9lia a seus p\u00e9s, ao alcance de suas m\u00e3os. Comecei a ouvir vozes cochichadas. Senti que a cabocla despertava sobressaltada. Da\u00ed por diante s\u00f3 me chegavam aos ouvidos os sussurros dele. Imaginei-o ajoelhado ao p\u00e9 do colch\u00e3o, j\u00e1 a apalpar o corpo da rapariga. Era a \u2018cantata\u2019 que come\u00e7ava. Ela dizia n\u00e3o. Ele insistia. Ela tornava a negar-se. Eu estava sentado na cama e j\u00e1 n\u00e3o sabia mais se queria que a mulher que eu tanto cobi\u00e7ava, continuasse resistindo ao ataque sebastianesco ou se preferia que meu pai a possu\u00edsse para que eu pudesse gozar o corpo de Cord\u00e9lia por procura\u00e7\u00e3o. O tempo passava. Cord\u00e9lia defendia-se. Cheguei a ouvir meu Velho dizer, distintamente: \u2018Por qu\u00ea? N\u00e3o faz mal nenhum. \u00c9 s\u00f3 um pouquinho&#8230;\u2019 Eu agora estava deitado de bru\u00e7os, apertando o sexo t\u00fargido contra o colch\u00e3o e respirando irregularmente. Houve um momento em que o&nbsp;n\u00e3o&nbsp;da cabocla foi quase um grito. Fez-se em seguida um sil\u00eancio. Ouvi passadas leves de ladr\u00e3o na pe\u00e7a cont\u00edgua. Em menos de meio minuto meu pai entrou no nosso quarto, acendeu a luz e come\u00e7ou a despir-se. Fingi que dormia. Do\u00eda-me a cabe\u00e7a, o corpo inteiro. O Velho deitou-se. Em breve o veterano de tantas guerras e escaramu\u00e7as er\u00f3ticas ressonava tranq\u00fcilo. S\u00f3 consegui dormir ao raiar do dia.\u201d Havia que deixar o texto fluir, sem presun\u00e7\u00f5es minhas de interromper, n\u00e3o me era cab\u00edvel interpor quaisquer coment\u00e1rios e observa\u00e7\u00f5es. Agora, em que me reapresento, antecipo os cap\u00edtulos seguintes do folhetim &#8211; nossa hero\u00edna saiu inviolada. \u201cNenhum de n\u00f3s dois conquistou Cord\u00e9lia. Ela continuou a trabalhar serenamente em nossa casa. Um ano mais tarde casou-se com um craque de futebol local. Levou-lhe intacta a sua virgindade, pois do contr\u00e1rio ele a teria devolvido aos pais. (Est\u00e1vamos em 1920.) Brava Cord\u00e9lia.\u201d &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um viva \u00e0s feministas de todas as eras. #UnB#Solo de clarineta#Sebasti\u00e3o Ver\u00edssimo#Lei do Div\u00f3rcio#Senador Nelson Carneiro 30\/09\/2019(303)mmsmarcos1953@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":15193,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-15192","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15192","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15192"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15192\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15205,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15192\/revisions\/15205"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15193"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15192"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15192"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15192"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}