{"id":15488,"date":"2020-12-28T12:14:08","date_gmt":"2020-12-28T15:14:08","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/?p=15488"},"modified":"2020-12-28T13:41:23","modified_gmt":"2020-12-28T16:41:23","slug":"memorias-memorialista-lxvii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/memorias-memorialista-lxvii\/","title":{"rendered":"Mem\u00f3rias\/Memorialista (LXVII)"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>E o tempo se r\u00f3i com inveja de mim\/Me vigia querendo aprender\/Como eu morro de amor\/Pra tentar reviver<\/em><br> &#8211; Aldir Blanc &#8211;&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0  No s\u00e1bado retrasado, assisti na TV ao\u00a0<em>Fuga de Natal<\/em>, estrelado por tr\u00eas grandes das artes c\u00eanicas de Bras\u00edlia, Paula Passos, Jo\u00e3o Antonio e\u00a0Chico Sant\u2019Anna, que, felizmente para mim, ao longo dessas tr\u00eas d\u00e9cadas de exist\u00eancia do meu Teatro Mapati passaram por l\u00e1 em algumas oportunidades, n\u00e3o necessariamente atuando.<\/p>\n\n\n\n<p> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0  Nesse especial natalino, o trio mora num retiro de velhinhos, o popular e discriminat\u00f3rio asilo &#8211; a Paula, minha amiga, est\u00e1 l\u00e1 como atriz caracterizada porque ela n\u00e3o tem idade pra isso, n\u00e9 mesmo? Destaco a cena em que o trio aparece \u00e0 beira de um laguinho, sentados em cadeiras (de praia?), das quais os dois velhotes se levantam e passam \u00a0a competir para ver qual deles \u00e9 o mais ex\u00edmio em jogar na superf\u00edcie da \u00e1gua pedrinhas achatadas e faz\u00ea-las deslizar o maior n\u00famero de vezes. Na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia, fiz muito isso.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/mapati.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/327_Fuga-de-Natal.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-15490\" width=\"759\" height=\"482\" srcset=\"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/327_Fuga-de-Natal.jpg 924w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/327_Fuga-de-Natal-300x191.jpg 300w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/327_Fuga-de-Natal-768x488.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 759px) 100vw, 759px\" \/><figcaption>foto: Divulga\u00e7\u00e3o do filme<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0  Por coincid\u00eancia, pratiquei essa \u201cmodalidade esportiva\u201d h\u00e1 cerca dois meses numa fazenda em Buritis, munic\u00edpio mineiro\/goiano distante uns trezentos quil\u00f4metros de Bras\u00edlia. Logo na primeira tentativa&#8230; qual um hidroavi\u00e3o, a pedrinha saiu da minha m\u00e3o e, antes de triscar a \u00e1gua, notei que ela refletira uma imagem de um objeto mal escondido na relva. Fui na dire\u00e7\u00e3o da margem oposta, me aproximei apurando a vista, era um livro. A capa:\u00a0<em>Solo de Clarineta<\/em>. Decerto tratou-se de um sinal para que eu retomasse esse t\u00f3pico memorial\u00edstico e de conseguinte me oferecesse, presun\u00e7oso, para prosseguir viagem na companhia do Erico Ver\u00edssimo.<\/p>\n\n\n\n<p> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0  Talvez algu\u00e9m possa pensar ter sido um del\u00edrio meu provocado pelo calor do sol a pino, mas o fato \u00e9 que me acomodei na vegeta\u00e7\u00e3o e ali mesmo revisitei outros trechos insculpidos no primeiro volume das mem\u00f3rias desse fant\u00e1stico escritor ga\u00facho. A pedrinha igualmente jogada por ele relou primeiro em 1974, ano da publica\u00e7\u00e3o do tomo, e logo em seguida foi ro\u00e7ar a d\u00e9cada 1930\/1940.<\/p>\n\n\n\n<p> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0  Autocr\u00edtica do g\u00eanio da literatura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">\u201c<em>O leitor deve estranhar a franqueza com que \u00e0s vezes critico desfavoravelmente os meus pr\u00f3prios livros. Ter\u00e1 o direito de perguntar: \u2018Se via defeitos neles, por que os publicou?\u2019 Explicarei que na \u00e9poca em que os escrevia estava tomado dum estado de esp\u00edrito compar\u00e1vel ao do homem apaixonado quando contempla o objeto de seu amor. Quantas namoradas tive na adolesc\u00eancia que me pareciam as criaturas mais belas e ador\u00e1veis do mundo? No entanto, passado o tempo e o amor, com olho neutro pude ver nelas defeitos que n\u00e3o percebia antes, o que n\u00e3o impediu que elas continuassem a viver suas vidas individuais, com todo o direito de serem admiradas e at\u00e9 amadas por outros homens. O mesmo \u00e9 v\u00e1lido no que diz respeito aos livros que escrevi com c\u00e1lido entusiasmo e que hoje critico com a cabe\u00e7a fria. N\u00e3o posso, n\u00e3o devo negar-lhes o direito de continuarem a circular, pois no fim de contas ter\u00e3o pelo menos um valor hist\u00f3rico, documentos significativos para quem quiser um dia (h\u00e1 gente para tudo) estudar a vida e a obra deste contador de hist\u00f3rias.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p> \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0  Eis o descolamento. Ao sair do prelo e chegar ao p\u00fablico, desprezada a quest\u00e3o dos direitos autorais, o conjunto de escritos encerrados num livro colhe a orfandade, passa a n\u00e3o ser de mais ningu\u00e9m. Ou melhor, se transmuda e passa a ser propriedade de todo mundo, menos por assim dizer do escritor. Resta-lhe cuidar das obras futuras. E, no caso de nosso protagonista, o rigor na prepara\u00e7\u00e3o de novo livro imp\u00f5e uma pausa, um intervalo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">\u201c<em>(&#8230;) tomava um banho de sil\u00eancio para limpar o esp\u00edrito da poeira das palavras. Estou certo de que o escritor que produz um livro por ano acaba sofrendo duma esp\u00e9cie de auto-intoxica\u00e7\u00e3o: repete f\u00f3rmulas, \u2018cacoetes\u2019, de estilos e at\u00e9 de t\u00e9cnica. Para curar-se desse \u2018envenenamento\u2019, o melhor que tem a fazer \u00e9 deixar de escrever por uma larga temporada, durante a qual dever\u00e1 ler obras de outros autores, viajar, conhecer gente nova e viver, com a maior intensidade poss\u00edvel, outro tipo de vida. O sucesso \u00e9 tamb\u00e9m um perigo. (&#8230;). O autor dum&nbsp;<\/em>best seller<em>&nbsp;pode, inconscientemente, acabar dando sempre ao p\u00fablico o que este espera dele, isto \u00e9, a repeti\u00e7\u00e3o da receita anterior, o adocicado xarope de t\u00e3o bom sabor e t\u00e3o grande aceita\u00e7\u00e3o popular.<\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Por ora, se falou de descasamento entre autor e obra. N\u00e3o se animem achando que entrarei em recesso. Brevemente, em mais uma postagem deste blog, o pai do Luiz Fernando Ver\u00edssimo abordar\u00e1 a rela\u00e7\u00e3o autor\/personagem, que, antecipo, \u00e9 tumultuada como briga de casal, mas que se limita em ficar no terreno da discuss\u00e3o, no m\u00e1ximo evoluindo para a separa\u00e7\u00e3o de corpos, para o div\u00f3rcio, nada entretanto de homic\u00eddio, nada dessa tenebrosa, reiterada atitude por todos os lugares de homem matar mulher.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-normal-font-size\"><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Solo_de_Clarineta\"> #Solo de Clarineta<\/a><br><a href=\"#Erico Ver\u00edssimo\">#Erico Ver\u00edssimo<\/a><br><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Aldir_Blanc\">#Aldir Blanc<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia\/diversao-e-arte\/2018\/12\/24\/interna_diversao_arte,727074\/personagens-brasilienses-ganham-perfil-fuga-de-natal.shtml\">#Fuga de Natal <\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">28\/12\/2020<br>(326)<br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\" target=\"_blank\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/a> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>E o tempo se r\u00f3i com inveja de mim\/Me vigia querendo aprender\/Como eu morro de amor\/Pra tentar reviver &#8211; Aldir Blanc &#8211;&nbsp; \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 No s\u00e1bado retrasado, assisti na TV ao\u00a0Fuga de Natal, estrelado por tr\u00eas grandes das artes c\u00eanicas de Bras\u00edlia, Paula Passos, Jo\u00e3o Antonio e\u00a0Chico Sant\u2019Anna, que, felizmente para mim, ao longo dessas tr\u00eas d\u00e9cadas de exist\u00eancia do meu Teatro Mapati passaram por l\u00e1 em algumas oportunidades, n\u00e3o necessariamente atuando. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Nesse especial natalino, o trio mora num retiro de velhinhos, o popular e discriminat\u00f3rio asilo &#8211; a Paula, minha amiga, est\u00e1 l\u00e1 como atriz caracterizada porque ela n\u00e3o tem idade pra isso, n\u00e9 mesmo? Destaco a cena em que o trio aparece \u00e0 beira de um laguinho, sentados em cadeiras (de praia?), das quais os dois velhotes se levantam e passam \u00a0a competir para ver qual deles \u00e9 o mais ex\u00edmio em jogar na superf\u00edcie da \u00e1gua pedrinhas achatadas e faz\u00ea-las deslizar o maior n\u00famero de vezes. Na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia, fiz muito isso. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Por coincid\u00eancia, pratiquei essa \u201cmodalidade esportiva\u201d h\u00e1 cerca dois meses numa fazenda em Buritis, munic\u00edpio mineiro\/goiano distante uns trezentos quil\u00f4metros de Bras\u00edlia. Logo na primeira tentativa&#8230; qual um hidroavi\u00e3o, a pedrinha saiu da minha m\u00e3o e, antes de triscar a \u00e1gua, notei que ela refletira uma imagem de um objeto mal escondido na relva. Fui na dire\u00e7\u00e3o da margem oposta, me aproximei apurando a vista, era um livro. A capa:\u00a0Solo de Clarineta. Decerto tratou-se de um sinal para que eu retomasse esse t\u00f3pico memorial\u00edstico e de conseguinte me oferecesse, presun\u00e7oso, para prosseguir viagem na companhia do Erico Ver\u00edssimo. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Talvez algu\u00e9m possa pensar ter sido um del\u00edrio meu provocado pelo calor do sol a pino, mas o fato \u00e9 que me acomodei na vegeta\u00e7\u00e3o e ali mesmo revisitei outros trechos insculpidos no primeiro volume das mem\u00f3rias desse fant\u00e1stico escritor ga\u00facho. A pedrinha igualmente jogada por ele relou primeiro em 1974, ano da publica\u00e7\u00e3o do tomo, e logo em seguida foi ro\u00e7ar a d\u00e9cada 1930\/1940. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Autocr\u00edtica do g\u00eanio da literatura. \u201cO leitor deve estranhar a franqueza com que \u00e0s vezes critico desfavoravelmente os meus pr\u00f3prios livros. Ter\u00e1 o direito de perguntar: \u2018Se via defeitos neles, por que os publicou?\u2019 Explicarei que na \u00e9poca em que os escrevia estava tomado dum estado de esp\u00edrito compar\u00e1vel ao do homem apaixonado quando contempla o objeto de seu amor. Quantas namoradas tive na adolesc\u00eancia que me pareciam as criaturas mais belas e ador\u00e1veis do mundo? No entanto, passado o tempo e o amor, com olho neutro pude ver nelas defeitos que n\u00e3o percebia antes, o que n\u00e3o impediu que elas continuassem a viver suas vidas individuais, com todo o direito de serem admiradas e at\u00e9 amadas por outros homens. O mesmo \u00e9 v\u00e1lido no que diz respeito aos livros que escrevi com c\u00e1lido entusiasmo e que hoje critico com a cabe\u00e7a fria. N\u00e3o posso, n\u00e3o devo negar-lhes o direito de continuarem a circular, pois no fim de contas ter\u00e3o pelo menos um valor hist\u00f3rico, documentos significativos para quem quiser um dia (h\u00e1 gente para tudo) estudar a vida e a obra deste contador de hist\u00f3rias.\u201d \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Eis o descolamento. Ao sair do prelo e chegar ao p\u00fablico, desprezada a quest\u00e3o dos direitos autorais, o conjunto de escritos encerrados num livro colhe a orfandade, passa a n\u00e3o ser de mais ningu\u00e9m. Ou melhor, se transmuda e passa a ser propriedade de todo mundo, menos por assim dizer do escritor. Resta-lhe cuidar das obras futuras. E, no caso de nosso protagonista, o rigor na prepara\u00e7\u00e3o de novo livro imp\u00f5e uma pausa, um intervalo. \u201c(&#8230;) tomava um banho de sil\u00eancio para limpar o esp\u00edrito da poeira das palavras. Estou certo de que o escritor que produz um livro por ano acaba sofrendo duma esp\u00e9cie de auto-intoxica\u00e7\u00e3o: repete f\u00f3rmulas, \u2018cacoetes\u2019, de estilos e at\u00e9 de t\u00e9cnica. Para curar-se desse \u2018envenenamento\u2019, o melhor que tem a fazer \u00e9 deixar de escrever por uma larga temporada, durante a qual dever\u00e1 ler obras de outros autores, viajar, conhecer gente nova e viver, com a maior intensidade poss\u00edvel, outro tipo de vida. O sucesso \u00e9 tamb\u00e9m um perigo. (&#8230;). O autor dum&nbsp;best seller&nbsp;pode, inconscientemente, acabar dando sempre ao p\u00fablico o que este espera dele, isto \u00e9, a repeti\u00e7\u00e3o da receita anterior, o adocicado xarope de t\u00e3o bom sabor e t\u00e3o grande aceita\u00e7\u00e3o popular.\u201d \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Por ora, se falou de descasamento entre autor e obra. N\u00e3o se animem achando que entrarei em recesso. Brevemente, em mais uma postagem deste blog, o pai do Luiz Fernando Ver\u00edssimo abordar\u00e1 a rela\u00e7\u00e3o autor\/personagem, que, antecipo, \u00e9 tumultuada como briga de casal, mas que se limita em ficar no terreno da discuss\u00e3o, no m\u00e1ximo evoluindo para a separa\u00e7\u00e3o de corpos, para o div\u00f3rcio, nada entretanto de homic\u00eddio, nada dessa tenebrosa, reiterada atitude por todos os lugares de homem matar mulher. #Solo de Clarineta#Erico Ver\u00edssimo#Aldir Blanc#Fuga de Natal 28\/12\/2020(326)mmsmarcos1953@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-15488","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15488","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15488"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15488\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15499,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15488\/revisions\/15499"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15488"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15488"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15488"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}