{"id":1658,"date":"2016-09-06T18:28:57","date_gmt":"2016-09-06T18:28:57","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/blog\/?p=1658"},"modified":"2016-09-06T18:28:57","modified_gmt":"2016-09-06T18:28:57","slug":"empoderamento-pela-solidao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/empoderamento-pela-solidao\/","title":{"rendered":"Empoderamento pela solid\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>Tomara\/Que voc\u00ea volte depressa\/Que voc\u00ea n\u00e3o se despe\u00e7a<br \/>\nNunca mais do meu carinho\/E chore, se arrependa\/E pense muito\/<br \/>\nQue \u00e9 melhor se sofrer junto\/Que viver feliz sozinho.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\">(Vinicius de Moraes<\/span>)<\/em><\/p>\n<p>Nelson Mandela teria afirmado que um dos piores castigos infligidos a algu\u00e9m \u00e9 a solid\u00e3o, \u00e9 a falta de contato humano. N\u00e3o vou pesquisar em que circunst\u00e2ncias o estadista prestou tal declara\u00e7\u00e3o, nem se o que o movera foram os sufocantes anos de c\u00e1rcere durante a ignom\u00ednia do <em>apartheid<\/em>. Me inclino diante da for\u00e7a dessas palavras.<\/p>\n<p>De outro lado, pondero que passar boa parte do dia s\u00f3, sem ningu\u00e9m, isolado, distante do burburinho, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o ruim assim, at\u00e9 para desenvolver com algum proveito determinadas atividades, como ler, meditar, escrever, compor, ensaiar. Digno de nota, as mulheres t\u00eam efetivamente assumido esse protagonismo de defesa da solid\u00e3o como <em>modus viv<\/em>endi salutar e confortante.<\/p>\n<p>Os textos que vou pin\u00e7ar s\u00e3o p\u00fablicos, compartilho-os com voc\u00eas sem nenhuma ironia, o assunto \u00e9 s\u00e9rio. Trata-se de desabafos lan\u00e7ados (o verbo \u00e9 pertinente) por duas mulheres corajosas. A primeira, Seira Beira, nos revela que<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cAndo s\u00f3. Muito mesmo. E gosto. Vivo causando mal-estar e espanto por isso. J\u00e1 flagrei muitos olhos se incomodando com meu conforto em mim mesma numa mesa de bar, karaok\u00ea, sarau, onde comumente vivo l\u00e1 minha alternativa com resigna\u00e7\u00e3o, sem chorumelas, inseguran\u00e7as ou p\u00e2nicos. N\u00e3o sei se a explica\u00e7\u00e3o \u00e9 cultural, mas sempre tem um ou outro que acha que necessito de sua companhia para saciar o dia, para que ent\u00e3o fa\u00e7a sentido o meu estar no mundo, que esta aproxima\u00e7\u00e3o seja a finalidade por eu ter sa\u00eddo de casa para expor meu corpo num espa\u00e7o p\u00fablico. N\u00e3o, eu n\u00e3o espero sua caridade de intera\u00e7\u00e3o. Ali\u00e1s, muitas vezes, sinto um t\u00e9dio e um pessimismo quando algu\u00e9m me v\u00ea s\u00f3 e me convida para o gregarismo. Sempre t\u00f4 desconfiando dos intentos, do subjacente, das entrelinhas, das vantagens veladas. E se voc\u00ea n\u00e3o viesse? E se voc\u00ea n\u00e3o existisse? Simplesmente caibo no meu mundo interior e sou sens\u00edvel e irritadi\u00e7a a ponto de me cansar logo com rodeios e algaravias de estranhos em volta dos meus ombros e ouvidos.\u201d<\/em><\/span><\/p>\n<p>V\u00ea-se que ela n\u00e3o est\u00e1 brincando. A aparente paranoia pela desconfian\u00e7a com terceiros aponta, antes, que Seira Beira \u00e9 resolvida e decidida, apresenta-se como pessoa autossuficiente. Falo isso e evoco as atitudes e os postulados noutra dire\u00e7\u00e3o defendidos lamentavelmente por significativa parcela de homens da minha gera\u00e7\u00e3o, para os quais mulher desacompanhada na noite \u00e9 sinal de que sa\u00edra aventureiramente \u00e0 ca\u00e7a (<em>De noite, eu rondo a cidade, A te procurar, sem encontrar<\/em>) ou ent\u00e3o o sereno \u00e9 testemunha do desalento de uma irrecuper\u00e1vel encalhada.<\/p>\n<p>E a carga contra os \u201cpadr\u00f5es normais\u201d de comportamento vigentes h\u00e1 muito n\u00e3o atenua. Ao contr\u00e1rio, intensifica-se.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cDetesto partidos, comunidades, esp\u00edritos de corpo. Detesto l\u00edderes e seu curral, pastor e suas ovelhas. Sou eu o meu l\u00edder e minha ovelha. Acumulo fun\u00e7\u00f5es na liberdade e no estranhamento.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cAndo s\u00f3, mas n\u00e3o mexe comigo, porque tem meu bando do invis\u00edvel.\u201d<\/em><\/span><\/p>\n<p>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Se acham a dosagem baixa, atentem para este \u00faltimo trecho da postagem que me foi presente, consignando meu al\u00edvio por eu n\u00e3o haver participado do ciclo de amizades do marido de Seira Beira:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cQuando eu era casada, frequentava as rodas sociais dos amigos do meu ex-marido. Uma tortura que custou mais de 10 anos de minha vida. Eu era vista como tapada, arrogante ou f\u00fatil, porque mal abria a boca. Quando n\u00e3o me interessa, n\u00e3o abro a boca mesmo. Fico a escrever freneticamente no sil\u00eancio, com meus olhos de observa\u00e7\u00e3o. Tanto \u00e9 que essa gente nunca veio me perguntar como fiquei no barco \u00e0 deriva do div\u00f3rcio, mas gostavam de me chamar de amiga no facebook. Nunca fui amiga deles. Nunca. O que vale \u00e9 o aval do meu cora\u00e7\u00e3o, n\u00e3o o post do facebook. N\u00e3o me pergunte do meu barco \u00e0 deriva. \u00c9 a maior honestidade que podem me destinar depois de 10 anos de tortura.<\/em><\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 90px;\"><span style=\"font-family: 'trebuchet ms', geneva, sans-serif;\"><em>\u201cAcaso estejamos juntos, rindo e conversando num partilhamento prazeroso, saiba que \u00e9 porque estar contigo est\u00e1 sendo t\u00e3o bom quanto estar comigo. Celebro nosso encontro, mas n\u00e3o o mendigo. Ent\u00e3o, fica combinado: estou contigo porque estou tamb\u00e9m. Quando voc\u00ea se for, fico eu aqui. E fico bem.\u201d<\/em><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_1659\" aria-describedby=\"caption-attachment-1659\" style=\"width: 536px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-1659\" src=\"http:\/\/2017.mapati.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/207_Seira_Beira.jpg\" alt=\"http:\/\/melhorcomsaude.com\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/o-prazer-da-solidao-500x388.jpg\" width=\"536\" height=\"416\" srcset=\"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/207_Seira_Beira.jpg 1302w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/207_Seira_Beira-300x233.jpg 300w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/207_Seira_Beira-768x596.jpg 768w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/207_Seira_Beira-1024x795.jpg 1024w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/207_Seira_Beira-200x155.jpg 200w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/207_Seira_Beira-400x311.jpg 400w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/207_Seira_Beira-600x466.jpg 600w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/207_Seira_Beira-800x621.jpg 800w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/09\/207_Seira_Beira-1200x932.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 536px) 100vw, 536px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-1659\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 8pt;\">http:\/\/melhorcomsaude.com\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/o-prazer-da-solidao-500&#215;388.jpg<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Na mesma singradura, pretendo logo em seguida trazer \u00e0 luz firmes posi\u00e7\u00f5es externadas pela outra mulher, independente e n\u00e3o menos convicta do acerto de suas escolhas soberanas.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">06\/09\/2016<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">(207)<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tomara\/Que voc\u00ea volte depressa\/Que voc\u00ea n\u00e3o se despe\u00e7a Nunca mais do meu carinho\/E chore, se arrependa\/E pense muito\/ Que \u00e9 melhor se sofrer junto\/Que viver feliz sozinho. (Vinicius de Moraes) Nelson Mandela teria afirmado que um dos piores castigos infligidos a algu\u00e9m \u00e9 a solid\u00e3o, \u00e9 a falta de contato humano. N\u00e3o vou pesquisar em que circunst\u00e2ncias o estadista prestou tal declara\u00e7\u00e3o, nem se o que o movera foram os sufocantes anos de c\u00e1rcere durante a ignom\u00ednia do apartheid. Me inclino diante da for\u00e7a dessas palavras. De outro lado, pondero que passar boa parte do dia s\u00f3, sem ningu\u00e9m, isolado, distante do burburinho, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o ruim assim, at\u00e9 para desenvolver com algum proveito determinadas atividades, como ler, meditar, escrever, compor, ensaiar. Digno de nota, as mulheres t\u00eam efetivamente assumido esse protagonismo de defesa da solid\u00e3o como modus vivendi salutar e confortante. Os textos que vou pin\u00e7ar s\u00e3o p\u00fablicos, compartilho-os com voc\u00eas sem nenhuma ironia, o assunto \u00e9 s\u00e9rio. Trata-se de desabafos lan\u00e7ados (o verbo \u00e9 pertinente) por duas mulheres corajosas. A primeira, Seira Beira, nos revela que \u201cAndo s\u00f3. Muito mesmo. E gosto. Vivo causando mal-estar e espanto por isso. J\u00e1 flagrei muitos olhos se incomodando com meu conforto em mim mesma numa mesa de bar, karaok\u00ea, sarau, onde comumente vivo l\u00e1 minha alternativa com resigna\u00e7\u00e3o, sem chorumelas, inseguran\u00e7as ou p\u00e2nicos. N\u00e3o sei se a explica\u00e7\u00e3o \u00e9 cultural, mas sempre tem um ou outro que acha que necessito de sua companhia para saciar o dia, para que ent\u00e3o fa\u00e7a sentido o meu estar no mundo, que esta aproxima\u00e7\u00e3o seja a finalidade por eu ter sa\u00eddo de casa para expor meu corpo num espa\u00e7o p\u00fablico. N\u00e3o, eu n\u00e3o espero sua caridade de intera\u00e7\u00e3o. Ali\u00e1s, muitas vezes, sinto um t\u00e9dio e um pessimismo quando algu\u00e9m me v\u00ea s\u00f3 e me convida para o gregarismo. Sempre t\u00f4 desconfiando dos intentos, do subjacente, das entrelinhas, das vantagens veladas. E se voc\u00ea n\u00e3o viesse? E se voc\u00ea n\u00e3o existisse? Simplesmente caibo no meu mundo interior e sou sens\u00edvel e irritadi\u00e7a a ponto de me cansar logo com rodeios e algaravias de estranhos em volta dos meus ombros e ouvidos.\u201d V\u00ea-se que ela n\u00e3o est\u00e1 brincando. A aparente paranoia pela desconfian\u00e7a com terceiros aponta, antes, que Seira Beira \u00e9 resolvida e decidida, apresenta-se como pessoa autossuficiente. Falo isso e evoco as atitudes e os postulados noutra dire\u00e7\u00e3o defendidos lamentavelmente por significativa parcela de homens da minha gera\u00e7\u00e3o, para os quais mulher desacompanhada na noite \u00e9 sinal de que sa\u00edra aventureiramente \u00e0 ca\u00e7a (De noite, eu rondo a cidade, A te procurar, sem encontrar) ou ent\u00e3o o sereno \u00e9 testemunha do desalento de uma irrecuper\u00e1vel encalhada. E a carga contra os \u201cpadr\u00f5es normais\u201d de comportamento vigentes h\u00e1 muito n\u00e3o atenua. Ao contr\u00e1rio, intensifica-se. \u201cDetesto partidos, comunidades, esp\u00edritos de corpo. Detesto l\u00edderes e seu curral, pastor e suas ovelhas. Sou eu o meu l\u00edder e minha ovelha. Acumulo fun\u00e7\u00f5es na liberdade e no estranhamento. \u201cAndo s\u00f3, mas n\u00e3o mexe comigo, porque tem meu bando do invis\u00edvel.\u201d \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Se acham a dosagem baixa, atentem para este \u00faltimo trecho da postagem que me foi presente, consignando meu al\u00edvio por eu n\u00e3o haver participado do ciclo de amizades do marido de Seira Beira: \u201cQuando eu era casada, frequentava as rodas sociais dos amigos do meu ex-marido. Uma tortura que custou mais de 10 anos de minha vida. Eu era vista como tapada, arrogante ou f\u00fatil, porque mal abria a boca. Quando n\u00e3o me interessa, n\u00e3o abro a boca mesmo. Fico a escrever freneticamente no sil\u00eancio, com meus olhos de observa\u00e7\u00e3o. Tanto \u00e9 que essa gente nunca veio me perguntar como fiquei no barco \u00e0 deriva do div\u00f3rcio, mas gostavam de me chamar de amiga no facebook. Nunca fui amiga deles. Nunca. O que vale \u00e9 o aval do meu cora\u00e7\u00e3o, n\u00e3o o post do facebook. N\u00e3o me pergunte do meu barco \u00e0 deriva. \u00c9 a maior honestidade que podem me destinar depois de 10 anos de tortura. \u201cAcaso estejamos juntos, rindo e conversando num partilhamento prazeroso, saiba que \u00e9 porque estar contigo est\u00e1 sendo t\u00e3o bom quanto estar comigo. Celebro nosso encontro, mas n\u00e3o o mendigo. Ent\u00e3o, fica combinado: estou contigo porque estou tamb\u00e9m. Quando voc\u00ea se for, fico eu aqui. E fico bem.\u201d Na mesma singradura, pretendo logo em seguida trazer \u00e0 luz firmes posi\u00e7\u00f5es externadas pela outra mulher, independente e n\u00e3o menos convicta do acerto de suas escolhas soberanas. 06\/09\/2016 (207) mmsmarcos1953@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1658","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1658","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1658"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1658\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1658"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1658"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1658"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}