{"id":1842,"date":"2016-12-03T20:14:47","date_gmt":"2016-12-03T20:14:47","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/blog\/?p=1842"},"modified":"2016-12-03T20:14:47","modified_gmt":"2016-12-03T20:14:47","slug":"obsessoes-musicais-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/obsessoes-musicais-ii\/","title":{"rendered":"Obsess\u00f5es musicais (II)"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">De Chapec&oacute;, muito j&aacute; se falou nesses dias e mais ainda se falar&aacute;. Afastando-me um pouco da &oacute;rbita das not&iacute;cias e coment&aacute;rios, abalizados ou n&atilde;o, acerca da trag&eacute;dia, e tentando amenizar o que n&atilde;o se pode amenizar, evoco antes do mais a imagem da Mait&ecirc; Proen&ccedil;a.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Assumidamente ignorante em assuntos de futebol, a linda atriz declarou em edi&ccedil;&otilde;es pret&eacute;ritas do Extra ordin&aacute;rios, programa esportivo das noites de domingo no canal Sportv, que Chapecoense &eacute; um nome engra&ccedil;ado e muito simp&aacute;tico. Botafoguense delirante (a exata acep&ccedil;&atilde;o do voc&aacute;bulo neste trecho voc&ecirc;s escolhem), veio de confessar ao p&uacute;blico telespectador que a partir dali passaria a torcer tamb&eacute;m pelo clube catarinense.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">N&atilde;o, ela n&atilde;o &eacute; nenhum Mick Jagger, nenhum p&eacute; frio. Ao rev&eacute;s. Tenho que a admira&ccedil;&atilde;o precedente (digamos) e espont&acirc;nea da escritora de bons livros pelo time de camisa branca e verde consistiu em prepara&ccedil;&atilde;o de um quadro que, em novembro de 2016, iria reclamar aten&ccedil;&atilde;o, afeto e solidariedade. Da&iacute; eu propor que a Mait&ecirc; devesse &nbsp;ajudar aquela gente sofrida e pesarosa nestes momentos terr&iacute;veis viajando episodicamente a Santa Catarina para participar de iniciativas que objetivem reconstruir as bases da agremia&ccedil;&atilde;o e at&eacute; do pr&oacute;prio munic&iacute;pio, cuja popula&ccedil;&atilde;o saiu da euforia para a tristeza profunda.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Na Col&ocirc;mbia, o avi&atilde;o despencara dos ares para se espatifar na terra, num peda&ccedil;o de mata encharcada. Em outro acidente, ocorrido em fevereiro de 2001, radar sofisticad&iacute;ssimo poderia acusar outro tipo de aeronave. Nos c&eacute;us de Angra dos Reis, voava um ultraleve que infelizmente n&atilde;o era um hidroavi&atilde;o. E o piloto, que morara em Bras&iacute;lia um bom tempo, era, e felizmente ainda &eacute;, cantor e compositor de m&uacute;sicas marcantes. Uma delas&#8230;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Por Tr&aacute;s da Can&ccedil;&atilde;o conta a hist&oacute;ria do surgimento e consagra&ccedil;&atilde;o de determinada m&uacute;sica escolhida como tema dessa que &eacute; uma das atra&ccedil;&otilde;es do canal Bis. Como se fora roteirista do programa, o titular do site Pensador An&ocirc;nimo reporta entrevista dada &agrave; revista&nbsp;Vinho Magazine pelo l&iacute;der dos Paralamas do Sucesso.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<em><span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">&ldquo;Certa vez, sa&iacute; com minha namorada para jantar. Sentei na moto,&nbsp;ela come&ccedil;ou a conversar, mas pedi que ela n&atilde;o falasse mais nada, porque estava com a melodia e a letra na cabe&ccedil;a. Quando chegamos ao restaurante, em Ipanema, o gar&ccedil;om veio&nbsp;saber o nosso pedido. &lsquo;Papel e caneta, r&aacute;pido&rsquo;, foi o que eu pedi.&nbsp;Naqueles dez minutos de moto, da minha casa at&eacute; o restaurante a m&uacute;sica foi composta&rsquo;, disse o compositor.&rdquo;<\/span><\/span><\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Aludido site prossegue nos seus registros<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><em><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">&ldquo;A letra fala sobre as mulheres dos pescadores que saem para pescar&nbsp;e nem sempre voltam para casa. O risco &eacute; frequente e as mulheres ficam aflitas, rezando e torcendo para que possa ver seu marido de novo.<br \/>\n\tPara essas mulheres a noite &eacute; longa e , mesmo sabendo que todos os dias &nbsp;&nbsp;a mesma rotina, o medo sempre est&aacute; presente. Essas mulheres ficam nos far&oacute;is, esperando seus maridos.<\/span><\/em><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><em><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">&ldquo;O nome&nbsp;Lanterna dos Afogados&nbsp;vem de um cap&iacute;tulo do livro &lsquo;Jubiab&aacute;&rsquo;, de Jorge Amado. O cap&iacute;tulo retrata o bar Cais do porto,<br \/>\n\tonde as mulheres dos pescadores esperavam os seus maridos com lanternas,<br \/>\n\tpara ajud&aacute;-los a achar o caminho certo.&rdquo;<\/span><\/em><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">As pesquisas e observa&ccedil;&otilde;es se mostram corretas. Em outro blog,&nbsp;Rebobinando Mem&oacute;ria, de Marcos Mariano (xar&aacute;, eu coincidentemente j&aacute; ia de Gal Costa),<br \/>\n\tde par com a refer&ecirc;ncia &agrave; origem da composi&ccedil;&atilde;o, consta uma resenha da letra. Desde o acidente de 2001, esses versos ficaram encasquetados na minha mente. Por&eacute;m, nas &aacute;guas das met&aacute;foras subsumidas na obra, uma saca&ccedil;&atilde;o premonit&oacute;ria.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Po&eacute;tica dilacerante, o Herbert Vianna como que nos antecipa a queda do ultraleve, num voo do piloto simultaneamente mergulh&atilde;o e peixe pego pelo bico. No mar insaci&aacute;vel, o compositor desesperado vira a tarde escurecer sem que ningu&eacute;m o ouvisse, nem mesmo sua mulher, a quem ele esperava e pedia para n&atilde;o demorar.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<iframe title=\"Gal Costa &amp; Herbert Viana - Lanterna dos afogados\" width=\"960\" height=\"720\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/X_rj8l0l6_w?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><strong><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">LANTERNA DOS AFOGADOS<\/span><\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<em><span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">Quando t&aacute; escuro<br \/>\n\tE ningu&eacute;m te ouve<br \/>\n\tQuando chega a noite<br \/>\n\tE voc&ecirc; pode chorar<\/span><\/span><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<em><span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">H&aacute; uma luz no t&uacute;nel<br \/>\n\tDos desesperados<br \/>\n\tH&aacute; um cais de porto<br \/>\n\tPra quem precisa chegar<\/span><\/span><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<em><span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">Eu t&ocirc; na lanterna dos afogados<br \/>\n\tEu t&ocirc; te esperando<br \/>\n\tV&ecirc; se n&atilde;o vai demorar<\/span><\/span><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<em><span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">Uma noite longa<br \/>\n\tPra uma vida curta<br \/>\n\tMas j&aacute; n&atilde;o me importa<br \/>\n\tBasta poder te ajudar<br \/>\n\tE s&atilde;o tantas marcas<br \/>\n\tQue j&aacute; fazem parte<br \/>\n\tDo que eu sou agora<br \/>\n\tMas ainda sei me virar<\/span><\/span><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<em><span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">Eu t&ocirc; na lanterna dos afogados<br \/>\n\tEu t&ocirc; te esperando<br \/>\n\tV&ecirc; se n&atilde;o vai demorar<\/span><\/span><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<em><span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">Uma noite longa<br \/>\n\tPra uma vida curta<br \/>\n\tMas j&aacute; n&atilde;o me importa<br \/>\n\tBasta poder te ajudar<br \/>\n\tEu t&ocirc; na lanterna dos afogados<br \/>\n\tEu t&ocirc; te esperando<br \/>\n\tV&ecirc; se n&atilde;o vai demorar<\/span><\/span><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">03\/12\/2016<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">(221)<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"color:#0000FF;\"><span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De Chapec&oacute;, muito j&aacute; se falou nesses dias e mais ainda se falar&aacute;. Afastando-me um pouco da &oacute;rbita das not&iacute;cias e coment&aacute;rios, abalizados ou n&atilde;o, acerca da trag&eacute;dia, e tentando amenizar o que n&atilde;o se pode amenizar, evoco antes do mais a imagem da Mait&ecirc; Proen&ccedil;a. Assumidamente ignorante em assuntos de futebol, a linda atriz declarou em edi&ccedil;&otilde;es pret&eacute;ritas do Extra ordin&aacute;rios, programa esportivo das noites de domingo no canal Sportv, que Chapecoense &eacute; um nome engra&ccedil;ado e muito simp&aacute;tico. Botafoguense delirante (a exata acep&ccedil;&atilde;o do voc&aacute;bulo neste trecho voc&ecirc;s escolhem), veio de confessar ao p&uacute;blico telespectador que a partir dali passaria a torcer tamb&eacute;m pelo clube catarinense. N&atilde;o, ela n&atilde;o &eacute; nenhum Mick Jagger, nenhum p&eacute; frio. Ao rev&eacute;s. Tenho que a admira&ccedil;&atilde;o precedente (digamos) e espont&acirc;nea da escritora de bons livros pelo time de camisa branca e verde consistiu em prepara&ccedil;&atilde;o de um quadro que, em novembro de 2016, iria reclamar aten&ccedil;&atilde;o, afeto e solidariedade. Da&iacute; eu propor que a Mait&ecirc; devesse &nbsp;ajudar aquela gente sofrida e pesarosa nestes momentos terr&iacute;veis viajando episodicamente a Santa Catarina para participar de iniciativas que objetivem reconstruir as bases da agremia&ccedil;&atilde;o e at&eacute; do pr&oacute;prio munic&iacute;pio, cuja popula&ccedil;&atilde;o saiu da euforia para a tristeza profunda. Na Col&ocirc;mbia, o avi&atilde;o despencara dos ares para se espatifar na terra, num peda&ccedil;o de mata encharcada. Em outro acidente, ocorrido em fevereiro de 2001, radar sofisticad&iacute;ssimo poderia acusar outro tipo de aeronave. Nos c&eacute;us de Angra dos Reis, voava um ultraleve que infelizmente n&atilde;o era um hidroavi&atilde;o. E o piloto, que morara em Bras&iacute;lia um bom tempo, era, e felizmente ainda &eacute;, cantor e compositor de m&uacute;sicas marcantes. Uma delas&#8230; Por Tr&aacute;s da Can&ccedil;&atilde;o conta a hist&oacute;ria do surgimento e consagra&ccedil;&atilde;o de determinada m&uacute;sica escolhida como tema dessa que &eacute; uma das atra&ccedil;&otilde;es do canal Bis. Como se fora roteirista do programa, o titular do site Pensador An&ocirc;nimo reporta entrevista dada &agrave; revista&nbsp;Vinho Magazine pelo l&iacute;der dos Paralamas do Sucesso. &ldquo;Certa vez, sa&iacute; com minha namorada para jantar. Sentei na moto,&nbsp;ela come&ccedil;ou a conversar, mas pedi que ela n&atilde;o falasse mais nada, porque estava com a melodia e a letra na cabe&ccedil;a. Quando chegamos ao restaurante, em Ipanema, o gar&ccedil;om veio&nbsp;saber o nosso pedido. &lsquo;Papel e caneta, r&aacute;pido&rsquo;, foi o que eu pedi.&nbsp;Naqueles dez minutos de moto, da minha casa at&eacute; o restaurante a m&uacute;sica foi composta&rsquo;, disse o compositor.&rdquo; Aludido site prossegue nos seus registros &ldquo;A letra fala sobre as mulheres dos pescadores que saem para pescar&nbsp;e nem sempre voltam para casa. O risco &eacute; frequente e as mulheres ficam aflitas, rezando e torcendo para que possa ver seu marido de novo. Para essas mulheres a noite &eacute; longa e , mesmo sabendo que todos os dias &nbsp;&nbsp;a mesma rotina, o medo sempre est&aacute; presente. Essas mulheres ficam nos far&oacute;is, esperando seus maridos. &ldquo;O nome&nbsp;Lanterna dos Afogados&nbsp;vem de um cap&iacute;tulo do livro &lsquo;Jubiab&aacute;&rsquo;, de Jorge Amado. O cap&iacute;tulo retrata o bar Cais do porto, onde as mulheres dos pescadores esperavam os seus maridos com lanternas, para ajud&aacute;-los a achar o caminho certo.&rdquo; As pesquisas e observa&ccedil;&otilde;es se mostram corretas. Em outro blog,&nbsp;Rebobinando Mem&oacute;ria, de Marcos Mariano (xar&aacute;, eu coincidentemente j&aacute; ia de Gal Costa), de par com a refer&ecirc;ncia &agrave; origem da composi&ccedil;&atilde;o, consta uma resenha da letra. Desde o acidente de 2001, esses versos ficaram encasquetados na minha mente. Por&eacute;m, nas &aacute;guas das met&aacute;foras subsumidas na obra, uma saca&ccedil;&atilde;o premonit&oacute;ria. Po&eacute;tica dilacerante, o Herbert Vianna como que nos antecipa a queda do ultraleve, num voo do piloto simultaneamente mergulh&atilde;o e peixe pego pelo bico. No mar insaci&aacute;vel, o compositor desesperado vira a tarde escurecer sem que ningu&eacute;m o ouvisse, nem mesmo sua mulher, a quem ele esperava e pedia para n&atilde;o demorar. LANTERNA DOS AFOGADOS Quando t&aacute; escuro E ningu&eacute;m te ouve Quando chega a noite E voc&ecirc; pode chorar H&aacute; uma luz no t&uacute;nel Dos desesperados H&aacute; um cais de porto Pra quem precisa chegar Eu t&ocirc; na lanterna dos afogados Eu t&ocirc; te esperando V&ecirc; se n&atilde;o vai demorar Uma noite longa Pra uma vida curta Mas j&aacute; n&atilde;o me importa Basta poder te ajudar E s&atilde;o tantas marcas Que j&aacute; fazem parte Do que eu sou agora Mas ainda sei me virar Eu t&ocirc; na lanterna dos afogados Eu t&ocirc; te esperando V&ecirc; se n&atilde;o vai demorar Uma noite longa Pra uma vida curta Mas j&aacute; n&atilde;o me importa Basta poder te ajudar Eu t&ocirc; na lanterna dos afogados Eu t&ocirc; te esperando V&ecirc; se n&atilde;o vai demorar &nbsp; 03\/12\/2016 (221) mmsmarcos1953@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1842","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1842","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1842"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1842\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1842"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1842"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1842"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}