{"id":1880,"date":"2016-12-13T02:00:40","date_gmt":"2016-12-13T02:00:40","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/blog\/?p=1880"},"modified":"2016-12-13T02:00:40","modified_gmt":"2016-12-13T02:00:40","slug":"bacenianas-5","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/bacenianas-5\/","title":{"rendered":"Bacenianas (5)"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">A prud&ecirc;ncia ordena que eu me afaste do Ede. Se desobede&ccedil;o, fico tosqueado &ndash; ou melhor, encharcado. E pela a&ccedil;&atilde;o de instrumento empregado em outro delito, a reclamar igualmente danos morais. Guardem voc&ecirc;s, na mesma toada, a recomenda&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o cheguem perto dele.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Bertold Brecht, o consagrado dramaturgo alem&atilde;o, afirmava que crime &eacute; fundar um banco. A sua vez, John d. Rockefeller, de forma jocosa ou c&iacute;nica, dizia que o melhor neg&oacute;cio do mundo &eacute; uma companhia de petr&oacute;leo bem administrada e o segundo melhor &eacute; uma companhia de petr&oacute;leo mal administrada.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">O Ede, um burgu&ecirc;s revoltado, provavelmente sempre pensasse nessas tiradas.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Filho de milico, o personagem que n&atilde;o quer deixar a cena n&atilde;o era de direita, nem de esquerda, nem de centro, kassabianamente. Talvez um anarquista, que, por desconhecer obviamente o notici&aacute;rio do petrol&atilde;o com suas dela&ccedil;&otilde;es seletivas ou n&atilde;o, lia &ldquo;banco&rdquo; em vez de &ldquo;companhia de petr&oacute;leo&rdquo; na declara&ccedil;&atilde;o do biliard&aacute;rio americano.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Para se &ldquo;vingar&rdquo; dos financistas, frequentadores por dever de of&iacute;cio dos pr&eacute;dios do Bacen, o menino mais travesso do que menino empunhava arma especial. N&atilde;o era metralhadora de traficante que mata italiano de moto. N&atilde;o era fuzil de uso exclusivo das for&ccedil;as armadas e que encontramos em qualquer munic&iacute;pio brasileiro. Tampouco punhal dos livros do Rubem Fonseca (Raphael Montes um herdeiro?). Em suma, n&atilde;o rolava nada que fosse de compet&ecirc;ncia do Minist&eacute;rio da Defesa. A coisa era mais para Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Anvisa (se existisse).<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">No in&iacute;cio, falei da cautela em manter afastamento de nosso protagonista. Proceder assim dentro de um elevador lotado de passageiros &eacute; invi&aacute;vel. Em tais situa&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o h&aacute; preservar a intimidade, o ambiente exige respeito sem no entanto garantir-se &ecirc;xito em tentativa qualquer de privacidade. Atenua-se o constrangimento dos viajantes compuls&oacute;rios na medida em que uns se fixam no painel dos bot&otilde;es dos andares; outros, cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;&atilde;o para cima, a examinar a qualidade da f&oacute;rmica do teto.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Era nesse ambiente ex&iacute;guo e claustrof&oacute;bico que o Ede operava.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"223_2elevador\" class=\"size-full wp-image-1882 aligncenter\" height=\"351\" src=\"http:\/\/2017.mapati.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/223_2elevador.jpg\" style=\"\" title=\"\" width=\"638\" srcset=\"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/223_2elevador.jpg 709w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/223_2elevador-300x165.jpg 300w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/223_2elevador-200x110.jpg 200w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/223_2elevador-400x220.jpg 400w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/223_2elevador-600x330.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 638px) 100vw, 638px\" \/><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Mal o ascensorista (j&aacute; existiu essa profiss&atilde;o) acionasse o elevador para descer, a fera estrategicamente se postava atr&aacute;s do banqueiro escolhido na roleta russa para o justi&ccedil;amento. Com fisionomia de quem tinha sobre os ombros a responsabilidade de solucionar os problemas do mundo, o Ede n&atilde;o dava a perceber que iria atacar o homem abonado que acabara de participar de reuni&atilde;o com o titular da Ger&ecirc;ncia do Mercado de Capitais.&nbsp;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Tal era a dissimula&ccedil;&atilde;o que ningu&eacute;m podia imaginar meu colega de Bacen carregando no bolso da cal&ccedil;a de brim (os jeans ainda n&atilde;o eram tantos) enorme seringa, daquelas grossas e extremamente eficazes para os bancos de sangue se fartarem com os doadores, nem sempre volunt&aacute;rios se bombeiros e pra&ccedil;as. No lado de fora da cal&ccedil;a, entretanto, bastava apurar a vis&atilde;o para enxergar aquela agulha fina e torta como um p&ecirc;nis Peyronie. M&atilde;o direita no bolso direito, o Ede manejava com extrema per&iacute;cia e sutileza o perisc&oacute;pio furadinho na ponta at&eacute; se aproximar o m&aacute;ximo poss&iacute;vel do alvo, geralmente a n&atilde;o mais do que cinco cent&iacute;metros. Mira ajustada, comprimia a seringa e a &aacute;gua morninha (n&atilde;o podia ser fria, sen&atilde;o provocava choque t&eacute;rmico e o carrasco seria descoberto) ia alagando suavemente os fundilhos do r&eacute;u, n&atilde;o lhe poupando tamb&eacute;m a regi&atilde;o da virilha.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Elevador parava, o grupo se escafedia para as vielas do Setor Comercial Sul, Ede assoviando baixinho. Remanescente o banqueiro, com a mala de couro 007 (uma febre naqueles tempos), logo ap&oacute;s em desespero ter apalpado cal&ccedil;a e cueca molhadas. L&iacute;vido, ordenava ao ascensorista retornasse ao 13&ordm; andar (seria o 14&ordm;?). Ao reentrar na recep&ccedil;&atilde;o, de onde sa&iacute;ra havia pouco, o desinfeliz inventava carecer de algumas anota&ccedil;&otilde;es e se aboletava numa das poltronas da sala. Prestimosa &#8211; e c&uacute;mplice do sacana que aplicara a inje&ccedil;&atilde;o no retornado -, a secret&aacute;ria do gerente sacava o bloquinho de papel (celular e notebook at&eacute;&nbsp;<em>Os Jetsons<\/em>&nbsp;desconheciam) entregando-o ao mij&atilde;o.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">O pobre do banqueiro rico, mais uma v&iacute;tima do Ede, permanecia ali, coitado, um bom par de horas rabiscando coisas sem nexo, garatujas, at&eacute; que o generoso clima de Bras&iacute;lia cuidasse de secar cueca e cal&ccedil;a, pondo-o em condi&ccedil;&otilde;es decentes de pegar um taxi, chegar ao aeroporto a tempo de fazer o&nbsp;<em>check-in<\/em>&nbsp;&nbsp;e voltar &nbsp;para casa, neste nosso caso no Rio de Janeiro, sede do banco da fam&iacute;lia. Na cidade maravilhosa, marcava correndo uma consulta m&eacute;dica para descobrir a causa daquela patologia. Nada mais vexat&oacute;rio do que incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Preciso concluir este t&oacute;pico, minha gente. Na pr&oacute;xima postagem, farei de tudo para dar conta disso.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">13\/12\/2016<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">(223)<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\"><a href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\" target=\"_blank\"><span style=\"color:#0000CD;\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/span><\/a><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A prud&ecirc;ncia ordena que eu me afaste do Ede. Se desobede&ccedil;o, fico tosqueado &ndash; ou melhor, encharcado. E pela a&ccedil;&atilde;o de instrumento empregado em outro delito, a reclamar igualmente danos morais. Guardem voc&ecirc;s, na mesma toada, a recomenda&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o cheguem perto dele. Bertold Brecht, o consagrado dramaturgo alem&atilde;o, afirmava que crime &eacute; fundar um banco. A sua vez, John d. Rockefeller, de forma jocosa ou c&iacute;nica, dizia que o melhor neg&oacute;cio do mundo &eacute; uma companhia de petr&oacute;leo bem administrada e o segundo melhor &eacute; uma companhia de petr&oacute;leo mal administrada. O Ede, um burgu&ecirc;s revoltado, provavelmente sempre pensasse nessas tiradas. Filho de milico, o personagem que n&atilde;o quer deixar a cena n&atilde;o era de direita, nem de esquerda, nem de centro, kassabianamente. Talvez um anarquista, que, por desconhecer obviamente o notici&aacute;rio do petrol&atilde;o com suas dela&ccedil;&otilde;es seletivas ou n&atilde;o, lia &ldquo;banco&rdquo; em vez de &ldquo;companhia de petr&oacute;leo&rdquo; na declara&ccedil;&atilde;o do biliard&aacute;rio americano. Para se &ldquo;vingar&rdquo; dos financistas, frequentadores por dever de of&iacute;cio dos pr&eacute;dios do Bacen, o menino mais travesso do que menino empunhava arma especial. N&atilde;o era metralhadora de traficante que mata italiano de moto. N&atilde;o era fuzil de uso exclusivo das for&ccedil;as armadas e que encontramos em qualquer munic&iacute;pio brasileiro. Tampouco punhal dos livros do Rubem Fonseca (Raphael Montes um herdeiro?). Em suma, n&atilde;o rolava nada que fosse de compet&ecirc;ncia do Minist&eacute;rio da Defesa. A coisa era mais para Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, Anvisa (se existisse). No in&iacute;cio, falei da cautela em manter afastamento de nosso protagonista. Proceder assim dentro de um elevador lotado de passageiros &eacute; invi&aacute;vel. Em tais situa&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o h&aacute; preservar a intimidade, o ambiente exige respeito sem no entanto garantir-se &ecirc;xito em tentativa qualquer de privacidade. Atenua-se o constrangimento dos viajantes compuls&oacute;rios na medida em que uns se fixam no painel dos bot&otilde;es dos andares; outros, cabe&ccedil;a e pesco&ccedil;&atilde;o para cima, a examinar a qualidade da f&oacute;rmica do teto. Era nesse ambiente ex&iacute;guo e claustrof&oacute;bico que o Ede operava. Mal o ascensorista (j&aacute; existiu essa profiss&atilde;o) acionasse o elevador para descer, a fera estrategicamente se postava atr&aacute;s do banqueiro escolhido na roleta russa para o justi&ccedil;amento. Com fisionomia de quem tinha sobre os ombros a responsabilidade de solucionar os problemas do mundo, o Ede n&atilde;o dava a perceber que iria atacar o homem abonado que acabara de participar de reuni&atilde;o com o titular da Ger&ecirc;ncia do Mercado de Capitais.&nbsp; Tal era a dissimula&ccedil;&atilde;o que ningu&eacute;m podia imaginar meu colega de Bacen carregando no bolso da cal&ccedil;a de brim (os jeans ainda n&atilde;o eram tantos) enorme seringa, daquelas grossas e extremamente eficazes para os bancos de sangue se fartarem com os doadores, nem sempre volunt&aacute;rios se bombeiros e pra&ccedil;as. No lado de fora da cal&ccedil;a, entretanto, bastava apurar a vis&atilde;o para enxergar aquela agulha fina e torta como um p&ecirc;nis Peyronie. M&atilde;o direita no bolso direito, o Ede manejava com extrema per&iacute;cia e sutileza o perisc&oacute;pio furadinho na ponta at&eacute; se aproximar o m&aacute;ximo poss&iacute;vel do alvo, geralmente a n&atilde;o mais do que cinco cent&iacute;metros. Mira ajustada, comprimia a seringa e a &aacute;gua morninha (n&atilde;o podia ser fria, sen&atilde;o provocava choque t&eacute;rmico e o carrasco seria descoberto) ia alagando suavemente os fundilhos do r&eacute;u, n&atilde;o lhe poupando tamb&eacute;m a regi&atilde;o da virilha. Elevador parava, o grupo se escafedia para as vielas do Setor Comercial Sul, Ede assoviando baixinho. Remanescente o banqueiro, com a mala de couro 007 (uma febre naqueles tempos), logo ap&oacute;s em desespero ter apalpado cal&ccedil;a e cueca molhadas. L&iacute;vido, ordenava ao ascensorista retornasse ao 13&ordm; andar (seria o 14&ordm;?). Ao reentrar na recep&ccedil;&atilde;o, de onde sa&iacute;ra havia pouco, o desinfeliz inventava carecer de algumas anota&ccedil;&otilde;es e se aboletava numa das poltronas da sala. Prestimosa &#8211; e c&uacute;mplice do sacana que aplicara a inje&ccedil;&atilde;o no retornado -, a secret&aacute;ria do gerente sacava o bloquinho de papel (celular e notebook at&eacute;&nbsp;Os Jetsons&nbsp;desconheciam) entregando-o ao mij&atilde;o. O pobre do banqueiro rico, mais uma v&iacute;tima do Ede, permanecia ali, coitado, um bom par de horas rabiscando coisas sem nexo, garatujas, at&eacute; que o generoso clima de Bras&iacute;lia cuidasse de secar cueca e cal&ccedil;a, pondo-o em condi&ccedil;&otilde;es decentes de pegar um taxi, chegar ao aeroporto a tempo de fazer o&nbsp;check-in&nbsp;&nbsp;e voltar &nbsp;para casa, neste nosso caso no Rio de Janeiro, sede do banco da fam&iacute;lia. Na cidade maravilhosa, marcava correndo uma consulta m&eacute;dica para descobrir a causa daquela patologia. Nada mais vexat&oacute;rio do que incontin&ecirc;ncia urin&aacute;ria. Preciso concluir este t&oacute;pico, minha gente. Na pr&oacute;xima postagem, farei de tudo para dar conta disso. 13\/12\/2016 (223) mmsmarcos1953@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1880","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1880","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1880"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1880\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1880"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1880"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1880"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}