{"id":1973,"date":"2017-01-24T00:55:15","date_gmt":"2017-01-24T00:55:15","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/blog\/?p=1973"},"modified":"2017-01-24T00:55:15","modified_gmt":"2017-01-24T00:55:15","slug":"bacenianas-vi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/bacenianas-vi\/","title":{"rendered":"Bacenianas VI"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Para esta postagem, havia cogitado dos t&iacute;tulos alternativos &ldquo;Teori, o &oacute;rf&atilde;o da autarquia&rdquo; e &ldquo;Teori, o &oacute;rf&atilde;o do Banco do Central&rdquo;. Entretanto, acabei por decidir entronizar o &ldquo;Bacenianas VI&rdquo;, provocando salto de cerca de alguns anos na s&eacute;rie que ainda aborda situa&ccedil;&otilde;es encaixadas no tri&ecirc;nio 1972\/1975, em que meu colega Ede figura com toda a sua verve e mal&iacute;cia.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">O importante n&atilde;o &eacute; bem isso. Sobreleva anotar a critic&aacute;vel postura institucional do Bacen quanto ao acidente (n&atilde;o me parece sabotagem) em Paraty, cidade adornada por ilhas e praias fant&aacute;sticas que nos evoca a feira liter&aacute;ria, ali realizada periodicamente e merecedora dos mais veementes elogios.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Ap&oacute;s pesquisas nos sistemas de divulga&ccedil;&atilde;o social e informa&ccedil;&otilde;es atualizadas do Banco Central, inclusive sua revista eletr&ocirc;nica, &ldquo;Linha Direta&rdquo;, desta semana, n&atilde;o vi men&ccedil;&atilde;o alguma &agrave; queda da aeronave que ceifou a vida de cinco pessoas e abalou o pa&iacute;s do Oiapoque ao Chu&iacute;; no sul, a pancada foi ainda mais sentida pelas ra&iacute;zes de um dos passageiros, o mais not&oacute;rio. Mas qual a justificativa para a autarquia ser obrigada a registrar de qualquer modo o desastre a&eacute;reo?<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Nas minhas mais de quatro d&eacute;cadas como integrante do quadro de pessoal do Banco Central, atuei por quase vinte anos na &aacute;rea de interven&ccedil;&atilde;o e liquida&ccedil;&atilde;o extrajudicial de institui&ccedil;&otilde;es financeiras e demais sociedades autorizadas a funcionar pelo Bacen. Como essa &aacute;rea de regimes especiais (incluindo-se o Raet, basicamente para os bancos p&uacute;blicos) ainda era centralizada em Bras&iacute;lia, os servidores aqui lotados comumente nos desloc&aacute;vamos para os munic&iacute;pios onde sediados os bancos, seja para formar a equipe inicial incumbida de &ldquo;entrar&rdquo; na empresa (diretoria afastada ou destitu&iacute;da) com o interventor ou com o liquidante, a depender do regime decretado com base na Lei n&ordm; 6.024\/74, seja para acompanhar os atos de gest&atilde;o e administra&ccedil;&atilde;o praticados pelo profissional nomeado oficialmente para conduzir o processo de saneamento da empresa ou diligenciar sua decreta&ccedil;&atilde;o de fal&ecirc;ncia pelo ju&iacute;zo competente.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Nesses p&eacute;riplos, um dos estados que mais visitei, al&eacute;m de S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, foi o Rio Grande do Sul. Ir &agrave; capital ga&uacute;cha como que se tornara rotina para mim dada a necessidade de participar mais diretamente dos processos de liquida&ccedil;&atilde;o extrajudicial do Sul Brasileiro (por onde anda o Carchedi?), do Habitasul (por onde anda o P&eacute;ricles Druck? Que, como eu, sofrera o maior rev&eacute;s na vida de um pai: a perda de um filho; no caso dele, filha); do Maisonnave (por onde anda o Roberto?)&#8230;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Viagens &agrave; terra de grandes amigos meus da autarquia feitas nos anos de 1980\/1990 (muitas outras aconteceram depois desse per&iacute;odo, eu j&aacute; no CRSFN, mas isso &eacute; outra hist&oacute;ria) e que se estenderam a Gramado (liquida&ccedil;&atilde;o de um grande cons&oacute;rcio) e Pelotas.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Encerro esta postagem:<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 40px;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; oferecendo meu tributo ao Teori, dos grandes servidores do Banco Central. Um cara que com toga ou sem toga sempre se conduziu desta maneira: educad&iacute;ssimo, atencioso com todo mundo, discreto, extremamente profissional, com admir&aacute;vel senso de hierarquia nas rela&ccedil;&otilde;es funcionais;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 40px;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; reiterando minha perplexidade pelo fato de o Banco Central n&atilde;o ter feito at&eacute; agora, ao que me consta, nenhuma homenagem a um servidor que honrou a casa por mais de dez anos como procurador; e<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 40px;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; transcrevendo o&nbsp;<em>zap<\/em>&nbsp;do meu amigo colorado Flavio (que tem mais tr&ecirc;s &ldquo;efes&rdquo; &#8211; no sobrenome; perfaz FFFF), que narra situa&ccedil;&atilde;o pitoresca a envolver um gremista ilustre. E o fa&ccedil;o porque, ademais de tornar menos pesado o assunto, eu desconhecia que, nas miss&otilde;es intermunicipais do Bacen, o saudoso personagem usava imponente quepe no desempenho de suas altas fun&ccedil;&otilde;es diretivas. &nbsp;&nbsp;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 80px; text-align: justify;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\"><em>&ldquo;Marquinhos, o Teori era chefe do jur&iacute;dico no Bacen-Poa na &eacute;poca da liquida&ccedil;&atilde;o <\/em>(extrajudicial)<em> da R. Duarte DTVM <\/em>(como a pr&oacute;pria sigla aponta, era uma sociedade distribuidora de t&iacute;tulos e valores mobili&aacute;rios)<em> de Pelotas em 1983, quando tu aparece por l&aacute; n&atilde;o sei bem por qual motivo. Acho que era para me conhecer. Lembra que eu era da comiss&atilde;o de inqu&eacute;rito? Pois o Teori resolveu instalar a comiss&atilde;o. Um subordinado dele era o presidente da Coinq e ele botou na estrada seu confortabil&iacute;ssimo Galaxy e foi pilotando com este seu amigo confortavelmente instalado no banco traseiro. Acho que sua atividade mais lustrosa foi a de ser meu motorista.&rdquo;<\/em><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 80px; text-align: center;\">\n\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"228_teori_carro2\" class=\"size-full wp-image-1991 aligncenter\" height=\"292\" src=\"http:\/\/2017.mapati.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/228_teori_carro2.jpg\" style=\"\" title=\"\" width=\"500\" srcset=\"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/228_teori_carro2.jpg 500w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/228_teori_carro2-300x175.jpg 300w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/228_teori_carro2-200x117.jpg 200w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/228_teori_carro2-400x234.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 80px; text-align: justify;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\"><em>&ldquo;O galoch&atilde;o deslizou suavemente pela BR 116 no rumo de Pelotas. Alguns dias depois tu apareceste resmungando contra a dist&acirc;ncia da bela &lsquo;Princesa do Sul&rsquo;, que seria mais distante que Poa\/Bsb. Pensei: esse magro fumou algum baseado estragado. Depois entendi que comparavas tempo de viagem entre avi&atilde;o e &ocirc;nibus. Nada a ver, mas cara importante de Bras&iacute;lia deve ter raz&otilde;es que um provinciano desconhece.&rdquo;<\/em><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">23\/01\/2017<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">(228)<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\"><a href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\" target=\"_blank\"><span style=\"color:#0000FF;\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/span><\/a><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para esta postagem, havia cogitado dos t&iacute;tulos alternativos &ldquo;Teori, o &oacute;rf&atilde;o da autarquia&rdquo; e &ldquo;Teori, o &oacute;rf&atilde;o do Banco do Central&rdquo;. Entretanto, acabei por decidir entronizar o &ldquo;Bacenianas VI&rdquo;, provocando salto de cerca de alguns anos na s&eacute;rie que ainda aborda situa&ccedil;&otilde;es encaixadas no tri&ecirc;nio 1972\/1975, em que meu colega Ede figura com toda a sua verve e mal&iacute;cia. O importante n&atilde;o &eacute; bem isso. Sobreleva anotar a critic&aacute;vel postura institucional do Bacen quanto ao acidente (n&atilde;o me parece sabotagem) em Paraty, cidade adornada por ilhas e praias fant&aacute;sticas que nos evoca a feira liter&aacute;ria, ali realizada periodicamente e merecedora dos mais veementes elogios. Ap&oacute;s pesquisas nos sistemas de divulga&ccedil;&atilde;o social e informa&ccedil;&otilde;es atualizadas do Banco Central, inclusive sua revista eletr&ocirc;nica, &ldquo;Linha Direta&rdquo;, desta semana, n&atilde;o vi men&ccedil;&atilde;o alguma &agrave; queda da aeronave que ceifou a vida de cinco pessoas e abalou o pa&iacute;s do Oiapoque ao Chu&iacute;; no sul, a pancada foi ainda mais sentida pelas ra&iacute;zes de um dos passageiros, o mais not&oacute;rio. Mas qual a justificativa para a autarquia ser obrigada a registrar de qualquer modo o desastre a&eacute;reo? Nas minhas mais de quatro d&eacute;cadas como integrante do quadro de pessoal do Banco Central, atuei por quase vinte anos na &aacute;rea de interven&ccedil;&atilde;o e liquida&ccedil;&atilde;o extrajudicial de institui&ccedil;&otilde;es financeiras e demais sociedades autorizadas a funcionar pelo Bacen. Como essa &aacute;rea de regimes especiais (incluindo-se o Raet, basicamente para os bancos p&uacute;blicos) ainda era centralizada em Bras&iacute;lia, os servidores aqui lotados comumente nos desloc&aacute;vamos para os munic&iacute;pios onde sediados os bancos, seja para formar a equipe inicial incumbida de &ldquo;entrar&rdquo; na empresa (diretoria afastada ou destitu&iacute;da) com o interventor ou com o liquidante, a depender do regime decretado com base na Lei n&ordm; 6.024\/74, seja para acompanhar os atos de gest&atilde;o e administra&ccedil;&atilde;o praticados pelo profissional nomeado oficialmente para conduzir o processo de saneamento da empresa ou diligenciar sua decreta&ccedil;&atilde;o de fal&ecirc;ncia pelo ju&iacute;zo competente. Nesses p&eacute;riplos, um dos estados que mais visitei, al&eacute;m de S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, foi o Rio Grande do Sul. Ir &agrave; capital ga&uacute;cha como que se tornara rotina para mim dada a necessidade de participar mais diretamente dos processos de liquida&ccedil;&atilde;o extrajudicial do Sul Brasileiro (por onde anda o Carchedi?), do Habitasul (por onde anda o P&eacute;ricles Druck? Que, como eu, sofrera o maior rev&eacute;s na vida de um pai: a perda de um filho; no caso dele, filha); do Maisonnave (por onde anda o Roberto?)&#8230; Viagens &agrave; terra de grandes amigos meus da autarquia feitas nos anos de 1980\/1990 (muitas outras aconteceram depois desse per&iacute;odo, eu j&aacute; no CRSFN, mas isso &eacute; outra hist&oacute;ria) e que se estenderam a Gramado (liquida&ccedil;&atilde;o de um grande cons&oacute;rcio) e Pelotas. Encerro esta postagem: &#8211; oferecendo meu tributo ao Teori, dos grandes servidores do Banco Central. Um cara que com toga ou sem toga sempre se conduziu desta maneira: educad&iacute;ssimo, atencioso com todo mundo, discreto, extremamente profissional, com admir&aacute;vel senso de hierarquia nas rela&ccedil;&otilde;es funcionais; &#8211; reiterando minha perplexidade pelo fato de o Banco Central n&atilde;o ter feito at&eacute; agora, ao que me consta, nenhuma homenagem a um servidor que honrou a casa por mais de dez anos como procurador; e &#8211; transcrevendo o&nbsp;zap&nbsp;do meu amigo colorado Flavio (que tem mais tr&ecirc;s &ldquo;efes&rdquo; &#8211; no sobrenome; perfaz FFFF), que narra situa&ccedil;&atilde;o pitoresca a envolver um gremista ilustre. E o fa&ccedil;o porque, ademais de tornar menos pesado o assunto, eu desconhecia que, nas miss&otilde;es intermunicipais do Bacen, o saudoso personagem usava imponente quepe no desempenho de suas altas fun&ccedil;&otilde;es diretivas. &nbsp;&nbsp; &ldquo;Marquinhos, o Teori era chefe do jur&iacute;dico no Bacen-Poa na &eacute;poca da liquida&ccedil;&atilde;o (extrajudicial) da R. Duarte DTVM (como a pr&oacute;pria sigla aponta, era uma sociedade distribuidora de t&iacute;tulos e valores mobili&aacute;rios) de Pelotas em 1983, quando tu aparece por l&aacute; n&atilde;o sei bem por qual motivo. Acho que era para me conhecer. Lembra que eu era da comiss&atilde;o de inqu&eacute;rito? Pois o Teori resolveu instalar a comiss&atilde;o. Um subordinado dele era o presidente da Coinq e ele botou na estrada seu confortabil&iacute;ssimo Galaxy e foi pilotando com este seu amigo confortavelmente instalado no banco traseiro. Acho que sua atividade mais lustrosa foi a de ser meu motorista.&rdquo; &ldquo;O galoch&atilde;o deslizou suavemente pela BR 116 no rumo de Pelotas. Alguns dias depois tu apareceste resmungando contra a dist&acirc;ncia da bela &lsquo;Princesa do Sul&rsquo;, que seria mais distante que Poa\/Bsb. Pensei: esse magro fumou algum baseado estragado. Depois entendi que comparavas tempo de viagem entre avi&atilde;o e &ocirc;nibus. Nada a ver, mas cara importante de Bras&iacute;lia deve ter raz&otilde;es que um provinciano desconhece.&rdquo; 23\/01\/2017 (228) mmsmarcos1953@hotmail.com &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1973","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1973","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1973"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1973\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1973"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1973"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1973"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}