{"id":2154,"date":"2017-03-30T17:23:45","date_gmt":"2017-03-30T17:23:45","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/blog\/?p=2154"},"modified":"2017-03-30T17:23:45","modified_gmt":"2017-03-30T17:23:45","slug":"bacenianas-x","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/bacenianas-x\/","title":{"rendered":"Bacenianas (X)"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&nbsp;Enfim, o fim com esta&nbsp;d&eacute;cima jornada.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tA historinha se passara na Regional do Bacen l&aacute; se v&atilde;o quase cinquenta anos, metade de um s&eacute;culo. Se estrelada pelo nosso Ede, ningu&eacute;m responsavelmente pode garantir. Espanco o fato. Acaricio a p&oacute;s-verdade (eu n&atilde;o iria mais invocar o termo). Fico com a eventual vers&atilde;o, pois mais importante que o santo &eacute; o milagre.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tVou lan&ccedil;ar na vala comum os personagens desta f&aacute;bula homof&oacute;bica, identificados por &ldquo;bancarinos&rdquo;, apelido que adotei para n&oacute;s, do Banco Central, de razo&aacute;vel aceita&ccedil;&atilde;o pelos meus pares durante a &eacute;poca em que eu me desincumbia na ativa.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tO Bancarino II, fascinado por p&aacute;ssaros, constru&iacute;ra viveiro e se dedicava aos p&aacute;ssaros num fervor de causar admira&ccedil;&atilde;o &agrave;queles gringos e gringas &agrave; solta pelos parques de preserva&ccedil;&atilde;o ambiental. Eles, ornit&oacute;logos, barbas ruivas, peles cheias de sardas e manchas, chapel&otilde;es e bermudas c&aacute;qui com milhares de bolsos, nos quais guardam cacarecos de uso os mais diversos. Elas, branquinhas tamb&eacute;m, narizinhos Pitanguy, trajes parecidos, mas femininas e feministas desde criancinhas. Os dois g&ecirc;neros, m&aacute;quinas digitais car&iacute;ssimas penduradas no pesco&ccedil;o, com viagens de estudos cient&iacute;ficos por na&ccedil;&otilde;es africanas segundo nos mostram os document&aacute;rios dos canais de tem&aacute;tica ecol&oacute;gica.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tRegistram os anais da burocracia baceniana carioca que o Bancarino I, um dos malfeitores pertencentes ao bando do Ede, resolveu que chegara a hora de tirar um sarro do Bancarino II. Convocou o resto da organiza&ccedil;&atilde;o criminosa, seis bancarinos, e exp&ocirc;s o plano maligno. Alcan&ccedil;ou no arm&aacute;rio o objeto do delito, uma caixinha de madeira que se abria como os estojos Faber &amp; Castell do col&eacute;gio de nossa inf&acirc;ncia, dos quais a gente sente tremenda saudade: l&aacute;pis pretos ou multicores; caneta de apertar bot&otilde;ezinhos e nossos garranchos (lindas as letras das professoras) sa&iacute;am em azul, vermelho ou verde (menos); cinco ou seis vidrinhos de tinta guache; transferidor; esquadro; apontador; borracha (ainda sem a prote&ccedil;&atilde;o de pl&aacute;stico) e o que a Bahia nos deu, r&eacute;gua e compasso.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tAnsiedade no pico, sentindo-se &agrave; frente de um batalh&atilde;o em combate, Bancarino I determinara aos comparsas se volatizassem, buscando posicionamento estrat&eacute;gico atr&aacute;s dos arm&aacute;rios de madeira escura e dos arquivos de a&ccedil;o. Tudo isso sem piar.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"http:\/\/www.canariosbelga.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/can%C3%A1rio-amarelo.png\" class=\"size-full wp-image-2169 aligncenter\" height=\"512\" src=\"http:\/\/2017.mapati.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/239_can\u00e1rio3.png\" title=\"\" width=\"481\" srcset=\"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/239_can\u00e1rio3.png 534w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/239_can\u00e1rio3-282x300.png 282w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/239_can\u00e1rio3-200x213.png 200w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/239_can\u00e1rio3-400x426.png 400w\" sizes=\"(max-width: 481px) 100vw, 481px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:arial,helvetica,sans-serif;\">http:\/\/www.canariosbelga.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/can%C3%A1rio-amarelo.png<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Certificou-se o marechal de que todos se distribu&iacute;ram em suas casamatas &#8211; ordens dadas, ordens cumpridas. Ligou ent&atilde;o pro ramal do Bancarino II, que trabalhava em outro setor, tr&ecirc;s andares abaixo, lamentando-se que continuava com as finan&ccedil;as abaladas (bancarino n&atilde;o pode passar perto de cheque especial, que ele entra), mas que, presente dos&nbsp; deuses, ganhara valios&iacute;ssimo can&aacute;rio e sua inten&ccedil;&atilde;o era revend&ecirc;-lo pelo melhor pre&ccedil;o. Terminada a liga&ccedil;&atilde;o, Bancarino II, pr&oacute;ximo de morder o pr&ecirc;mio da loto, subiu os seis lances de escada em segundos e adentrou o teatro de opera&ccedil;&otilde;es botando os bofes pra fora. A partir da&iacute;, imposs&iacute;vel aos fanfarr&otilde;es acolitados conter os risinhos, por sorte ainda inaud&iacute;veis.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Ao tempo que se recompunha da escalada e antes mesmo de fincar sua bandeira no cume, Bancarino II indagara onde se encontrava a joia. Bancarino I, sentado no trono de senhor do destino de todos os viventes daquela sala, cuidou de expandir o sofrimento do colega mediante os famosos requintes de crueldade e o alertou no sentido de que tomasse todos os cuidados no manejo do serzinho acolhido no ba&uacute; de pinus todo furadinho para permitir entrada do vital oxig&ecirc;nio.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Bancarino II permanecia enlevado no sonho de incrementar &nbsp;mais ainda seu acervo de p&aacute;ssaros, que ali&aacute;s houvera sido mat&eacute;ria de revistas especializadas, sempre disputado por colecionadores no Brasil e at&eacute; no exterior. Pedira ao colega lhe desse a caixa para ver, tendo sido surpreendido pela categ&oacute;rica negativa do vendedor. &ldquo;Nada disso, o que esse p&aacute;ssaro tem de fr&aacute;gil, ele tem de arisco. Porei a caixa no meu colo e, &agrave; medida que for se abrindo, voc&ecirc; enfia a m&atilde;o dentro dela, pega o filhote, &nbsp;faz a avalia&ccedil;&atilde;o e me informa quanto vai querer pagar.&rdquo;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Duplas certeiras: Pel&eacute;\/Tost&atilde;o, Rom&aacute;rio\/Bebeto,&nbsp;Didi\/Ded&eacute;, Ana Braga\/Louro Jos&eacute;, Batman\/Robin (minha velha mania de antecipar as coisas). Na mesma afina&ccedil;&atilde;o, os dois bancarinos perdidos numa tarde suja. Tabelinha perfeita &#8211; ao menos no iniciozinho do jogo.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">J&aacute; o Bancarino I iniciava o procedimento de arrastar a tampa, Bancarino II,&nbsp;<i>pari pasu<\/i>, foi empalmando a preciosidade, temperatura quentinha como a de todo bichinho nos primeiros voos, e tomou-se de um estranhamento (ou familiariza&ccedil;&atilde;o) desde o instante no qual sua m&atilde;o desorientada sentira que a tal caixa possu&iacute;a fundo falso e o encorpado passarinho n&atilde;o tinha penas, bico, olhos, p&eacute;s. Apurando a fun&ccedil;&atilde;o, o incauto tateou uma boquinha umedecida, enormes veias e uma capa m&oacute;vel que se distendia agasalhando a bisnaga durinha, que podia ser tudo, menos um can&aacute;rio roller.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Possesso, macaco novo tirou a m&atilde;o da cumbuca e, numa cruzada de pernas &agrave; la J&acirc;nio Quadros, desceu as escadas aos saltos para pegar o tr&ecirc;s-oit&atilde;o escondido na gaveta de sua mesa. Arma em punho, subiu tudo de novo, decidido a encher de bala a barriga daquele f&eacute;ladaputa.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">#bacen &nbsp;#bacenianas &nbsp;#regional do bacen &nbsp;#banco central &nbsp;#hist&oacute;rias do bacen<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&nbsp;30\/03\/2017<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">(238)<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\"><a href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\" target=\"_blank\"><span style=\"color:#0000FF;\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/span><\/a><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;Enfim, o fim com esta&nbsp;d&eacute;cima jornada. &nbsp; A historinha se passara na Regional do Bacen l&aacute; se v&atilde;o quase cinquenta anos, metade de um s&eacute;culo. Se estrelada pelo nosso Ede, ningu&eacute;m responsavelmente pode garantir. Espanco o fato. Acaricio a p&oacute;s-verdade (eu n&atilde;o iria mais invocar o termo). Fico com a eventual vers&atilde;o, pois mais importante que o santo &eacute; o milagre. &nbsp; Vou lan&ccedil;ar na vala comum os personagens desta f&aacute;bula homof&oacute;bica, identificados por &ldquo;bancarinos&rdquo;, apelido que adotei para n&oacute;s, do Banco Central, de razo&aacute;vel aceita&ccedil;&atilde;o pelos meus pares durante a &eacute;poca em que eu me desincumbia na ativa. &nbsp; O Bancarino II, fascinado por p&aacute;ssaros, constru&iacute;ra viveiro e se dedicava aos p&aacute;ssaros num fervor de causar admira&ccedil;&atilde;o &agrave;queles gringos e gringas &agrave; solta pelos parques de preserva&ccedil;&atilde;o ambiental. Eles, ornit&oacute;logos, barbas ruivas, peles cheias de sardas e manchas, chapel&otilde;es e bermudas c&aacute;qui com milhares de bolsos, nos quais guardam cacarecos de uso os mais diversos. Elas, branquinhas tamb&eacute;m, narizinhos Pitanguy, trajes parecidos, mas femininas e feministas desde criancinhas. Os dois g&ecirc;neros, m&aacute;quinas digitais car&iacute;ssimas penduradas no pesco&ccedil;o, com viagens de estudos cient&iacute;ficos por na&ccedil;&otilde;es africanas segundo nos mostram os document&aacute;rios dos canais de tem&aacute;tica ecol&oacute;gica. &nbsp; Registram os anais da burocracia baceniana carioca que o Bancarino I, um dos malfeitores pertencentes ao bando do Ede, resolveu que chegara a hora de tirar um sarro do Bancarino II. Convocou o resto da organiza&ccedil;&atilde;o criminosa, seis bancarinos, e exp&ocirc;s o plano maligno. Alcan&ccedil;ou no arm&aacute;rio o objeto do delito, uma caixinha de madeira que se abria como os estojos Faber &amp; Castell do col&eacute;gio de nossa inf&acirc;ncia, dos quais a gente sente tremenda saudade: l&aacute;pis pretos ou multicores; caneta de apertar bot&otilde;ezinhos e nossos garranchos (lindas as letras das professoras) sa&iacute;am em azul, vermelho ou verde (menos); cinco ou seis vidrinhos de tinta guache; transferidor; esquadro; apontador; borracha (ainda sem a prote&ccedil;&atilde;o de pl&aacute;stico) e o que a Bahia nos deu, r&eacute;gua e compasso. &nbsp; Ansiedade no pico, sentindo-se &agrave; frente de um batalh&atilde;o em combate, Bancarino I determinara aos comparsas se volatizassem, buscando posicionamento estrat&eacute;gico atr&aacute;s dos arm&aacute;rios de madeira escura e dos arquivos de a&ccedil;o. Tudo isso sem piar. &nbsp; http:\/\/www.canariosbelga.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/can%C3%A1rio-amarelo.png Certificou-se o marechal de que todos se distribu&iacute;ram em suas casamatas &#8211; ordens dadas, ordens cumpridas. Ligou ent&atilde;o pro ramal do Bancarino II, que trabalhava em outro setor, tr&ecirc;s andares abaixo, lamentando-se que continuava com as finan&ccedil;as abaladas (bancarino n&atilde;o pode passar perto de cheque especial, que ele entra), mas que, presente dos&nbsp; deuses, ganhara valios&iacute;ssimo can&aacute;rio e sua inten&ccedil;&atilde;o era revend&ecirc;-lo pelo melhor pre&ccedil;o. Terminada a liga&ccedil;&atilde;o, Bancarino II, pr&oacute;ximo de morder o pr&ecirc;mio da loto, subiu os seis lances de escada em segundos e adentrou o teatro de opera&ccedil;&otilde;es botando os bofes pra fora. A partir da&iacute;, imposs&iacute;vel aos fanfarr&otilde;es acolitados conter os risinhos, por sorte ainda inaud&iacute;veis. Ao tempo que se recompunha da escalada e antes mesmo de fincar sua bandeira no cume, Bancarino II indagara onde se encontrava a joia. Bancarino I, sentado no trono de senhor do destino de todos os viventes daquela sala, cuidou de expandir o sofrimento do colega mediante os famosos requintes de crueldade e o alertou no sentido de que tomasse todos os cuidados no manejo do serzinho acolhido no ba&uacute; de pinus todo furadinho para permitir entrada do vital oxig&ecirc;nio. Bancarino II permanecia enlevado no sonho de incrementar &nbsp;mais ainda seu acervo de p&aacute;ssaros, que ali&aacute;s houvera sido mat&eacute;ria de revistas especializadas, sempre disputado por colecionadores no Brasil e at&eacute; no exterior. Pedira ao colega lhe desse a caixa para ver, tendo sido surpreendido pela categ&oacute;rica negativa do vendedor. &ldquo;Nada disso, o que esse p&aacute;ssaro tem de fr&aacute;gil, ele tem de arisco. Porei a caixa no meu colo e, &agrave; medida que for se abrindo, voc&ecirc; enfia a m&atilde;o dentro dela, pega o filhote, &nbsp;faz a avalia&ccedil;&atilde;o e me informa quanto vai querer pagar.&rdquo; Duplas certeiras: Pel&eacute;\/Tost&atilde;o, Rom&aacute;rio\/Bebeto,&nbsp;Didi\/Ded&eacute;, Ana Braga\/Louro Jos&eacute;, Batman\/Robin (minha velha mania de antecipar as coisas). Na mesma afina&ccedil;&atilde;o, os dois bancarinos perdidos numa tarde suja. Tabelinha perfeita &#8211; ao menos no iniciozinho do jogo. J&aacute; o Bancarino I iniciava o procedimento de arrastar a tampa, Bancarino II,&nbsp;pari pasu, foi empalmando a preciosidade, temperatura quentinha como a de todo bichinho nos primeiros voos, e tomou-se de um estranhamento (ou familiariza&ccedil;&atilde;o) desde o instante no qual sua m&atilde;o desorientada sentira que a tal caixa possu&iacute;a fundo falso e o encorpado passarinho n&atilde;o tinha penas, bico, olhos, p&eacute;s. Apurando a fun&ccedil;&atilde;o, o incauto tateou uma boquinha umedecida, enormes veias e uma capa m&oacute;vel que se distendia agasalhando a bisnaga durinha, que podia ser tudo, menos um can&aacute;rio roller. Possesso, macaco novo tirou a m&atilde;o da cumbuca e, numa cruzada de pernas &agrave; la J&acirc;nio Quadros, desceu as escadas aos saltos para pegar o tr&ecirc;s-oit&atilde;o escondido na gaveta de sua mesa. Arma em punho, subiu tudo de novo, decidido a encher de bala a barriga daquele f&eacute;ladaputa. #bacen &nbsp;#bacenianas &nbsp;#regional do bacen &nbsp;#banco central &nbsp;#hist&oacute;rias do bacen &nbsp;30\/03\/2017 (238) mmsmarcos1953@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2154","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2154","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2154"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2154\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2154"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2154"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2154"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}