{"id":2280,"date":"2017-06-03T03:20:37","date_gmt":"2017-06-03T03:20:37","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/blog\/?p=2280"},"modified":"2017-06-03T03:20:37","modified_gmt":"2017-06-03T03:20:37","slug":"memoriasmemorialistas-xlix","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/memoriasmemorialistas-xlix\/","title":{"rendered":"Mem\u00f3rias\/Memorialistas (XLIX)"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Dad Squarisi, jornalista das mais competentes do Correio Braziliense e cultora da L&iacute;ngua Portuguesa, desaba quando ouve ou l&ecirc; &ldquo;encarar de frente&rdquo;. O pleonasmo, usado &agrave; exaust&atilde;o por muita gente boa dita das letras, a incomoda porquanto seria um desprop&oacute;sito encarar de costas. E n&atilde;o adianta se socorrer do &ldquo;t&ecirc;te-&agrave;-t&ecirc;te&rdquo;, que, de acordo com ensinamentos p&oacute;stumos de minha av&oacute; Ninita, estudante do Col&eacute;gio Sion &agrave;quela &eacute;poca, prim&oacute;rdios do s&eacute;culo XX, a express&atilde;o tem significado de conversa a dois, n&atilde;o necessariamente um (eu) na presen&ccedil;a do outro (voc&ecirc;, incauto, que ora padece com a leitura deste&nbsp;<i>blog<\/i>).<\/span><\/span><br \/>\n\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-wTSvPBIdaUs\/Tclh1xZMiDI\/AAAAAAAAET0\/5RuXM0fKF7U\/s1600\/Pedro_II_-_1.jpg\" class=\"size-full wp-image-2293 aligncenter\" height=\"613\" src=\"http:\/\/2017.mapati.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/247_dpedro2.jpg\" style=\"\" title=\"\" width=\"748\" srcset=\"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/247_dpedro2.jpg 748w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/247_dpedro2-300x246.jpg 300w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/247_dpedro2-200x164.jpg 200w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/247_dpedro2-400x328.jpg 400w, https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/247_dpedro2-600x492.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 748px) 100vw, 748px\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:arial,helvetica,sans-serif;\">Col&eacute;gio Dom Pedro II &ndash;&nbsp;RJ<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Tal como minha ancestral do ramo paterno, o Pedro Nava falava o franc&ecirc;s como se nascido na terra desse menino M&aacute;cron, o presidente afinad&iacute;ssimo com pessoas mais experientes e vividas. Mas esta postagem, que d&aacute; sequ&ecirc;ncia e estica o assunto abordado na&nbsp;<i>XLVIII<\/i>, enaltece os dotes do memorialista na l&iacute;ngua inglesa crescendo para cima do professor Pissil&atilde;o. Notem que o Nava, o cl&iacute;nico versado tamb&eacute;m na Medicina Legal, &ldquo;encara&rdquo; o seu mestre pelos lados e sobretudo por tr&aacute;s.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\"><i>&ldquo;(&#8230;)&nbsp;Visto de julavento e barlavento ele era um velho curvo e incaracter&iacute;stico. J&aacute; de popa era coisa inesquec&iacute;vel. A cabe&ccedil;a aparecia como a de um cogumelo sobre os ombros possantes e arqueados. Por tr&aacute;s, os cabelos eram completamente brancos pois a pintura deslavada que havia sido feita pelo dono, s&oacute; pegava em cima, dos lados, onde ele enxergava. N&atilde;o havia pesco&ccedil;o. Um fraque escuro, t&ecirc;te-de-n&egrave;gre, cujas abas quase arrastavam no ch&atilde;o. Dos lados deste, como patas de guaiamu, sa&iacute;am bra&ccedil;os e pernas &#8211; estas t&atilde;o arqueadas para fora que pareciam ir quebrar ao prosseguimento de sua marcha. Seus passos, dificultados por esses joelhos varos e mais pelos joanetes, deviam faz&ecirc;-lo sofrer a cada movimento da marcha que lembrava a de uma velha senhora e a do peru saltitando sobre chapa aquecida. L&aacute; ia ele pelos corredores, l&aacute; vinha ele para o refeit&oacute;rio dos professores e para as aulas. Parecia uma bruxa de Goya, um Daumier dos mais duros, ou o evadido duma masquerade de William Hogarth.&rdquo;<\/i><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">O a&ccedil;oite n&atilde;o cessava por a&iacute;.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\"><i>&ldquo;(&#8230;)Dev&iacute;amos ter pena, entretanto n&atilde;o o poup&aacute;vamos. Nem ele a n&oacute;s. Suas notas iam do 0 (frequente) ao 6 (rar&iacute;ssimo). Acima disto nunca marcara valores mais altos em toda sua vida de professor. Nos exames reprovava sessenta; simplicava 39; dava plenamente seis no restante de cada lote de cem. Caberia a mim romper esse tabu.&rdquo;<\/i><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">E j&aacute; perto do arremate, o punhal de prata (ou, mais adequadamente, o bisturi) que o her&oacute;i iniciado na l&iacute;ngua inglesa manejara para, encarando a lousa, o quadro negro, erodir a vaidade intelectual do mestre.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\"><i>&ldquo;(&#8230;) Chamou-me &agrave; pedra. Eu pedi dispensa, que a aula, Professor, est&aacute; quase no fim. N&atilde;o tem import&acirc;ncia, n&atilde;o, nhonh&ocirc;, faltam dez minutos e temos tempo de sobra para uma vers&atilde;ozinha. Vamos a ela, tomando como ponto de partida a sua alega&ccedil;&atilde;o. Escreva na pedra: a aula est&aacute; quase no fim mas meu mestre ainda tem tempo de me dar o duplo zero que &eacute; a ordem de minha priva&ccedil;&atilde;o s&aacute;bado pr&oacute;ximo. Aquilo era o c&uacute;mulo da m&aacute; f&eacute;. In&iacute;cio de aulas e jamais ele tinha ensinado a passar uma s&oacute; palavra, a menor senten&ccedil;a para o Ingl&ecirc;s. Inda mais de improviso! Era mesmo para me achatar. Sob seu olhar maldoso peguei o giz. Rindo, o Pissil&atilde;o encostou-se na c&aacute;tedra para gozar melhor. Escrevi.&nbsp;<\/i>The lesson is nearly over<i>&nbsp;(olhei, vi&nbsp; o suspense dos colegas e o homem come&ccedil;ando a recolher o riso)&nbsp;<\/i>but my master has still time&nbsp;<i>(tornei a olhar e bati nuns bogalhos arregalados e numa bocaberta de estupor)&nbsp;<\/i>to give me the double O that will be a writ to arrest me next Saturday<i>&nbsp;(remirei e para completar o pasmo do homem, para puxar-lhe bem o saco, voltei &agrave; pedra, apaguei o M min&uacute;sculo e substitu&iacute;-o por um mai&uacute;sculo na palavra Master). Tiniram as campainhas, a aula terminara, mas o Pissil&atilde;o, subjugado, bateu com a m&atilde;o na mesa, restabeleceu o sil&ecirc;ncio, pediu-me explica&ccedil;&otilde;es daquele ingl&ecirc;s, sobretudo daquele&nbsp;<\/i>writ to arrest&nbsp;<i>que o empolgara. Modesto, mandou-me restabelecer a min&uacute;scula de m&aacute;ster, anulou meu zero em comportamento e pela primeira vez na vida deu um grau dez em li&ccedil;&atilde;o de aluno. Fiquei logo favorito e abusei disso fazendo do mestre o que queria e o que queriam os colegas. O homem ficou benevolente. Adiava sabatinas. Passou a dar sete e oito. Repetiu o meu dez, deu-o a outros. Quando eu me chegava para interceder ou para postular ele ria (o Pissil&atilde;o rindo) e me chamava de advogado de porta de xadrez.&rdquo;<\/i><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Ep&iacute;logo: a concilia&ccedil;&atilde;o, o amor e a saudade do velhote supliciado.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\"><i>&ldquo;(&#8230;)Uma corrente de simpatia estabeleceu-se entre ele e os nhonh&ocirc;s e minha turma, deu calor de afei&ccedil;&atilde;o &agrave;quele cora&ccedil;&atilde;o de velho at&eacute; que ele parou &#8211; isto j&aacute; no fim do nosso quarto ano, creio que em outubro de 1919&#8230;&rdquo;<\/i><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:arial,helvetica,sans-serif;\">#Pedro Nava &nbsp;#Ch&atilde;o de ferro &nbsp;#Col&eacute;gio Pedro II &nbsp;#<i>Bullying &nbsp;#<\/i>Professor Pissil&atilde;o<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">03\/06\/2017<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">(248)<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\"><a href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\" target=\"_blank\"><span style=\"color:#0000FF;\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/span><\/a><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dad Squarisi, jornalista das mais competentes do Correio Braziliense e cultora da L&iacute;ngua Portuguesa, desaba quando ouve ou l&ecirc; &ldquo;encarar de frente&rdquo;. O pleonasmo, usado &agrave; exaust&atilde;o por muita gente boa dita das letras, a incomoda porquanto seria um desprop&oacute;sito encarar de costas. E n&atilde;o adianta se socorrer do &ldquo;t&ecirc;te-&agrave;-t&ecirc;te&rdquo;, que, de acordo com ensinamentos p&oacute;stumos de minha av&oacute; Ninita, estudante do Col&eacute;gio Sion &agrave;quela &eacute;poca, prim&oacute;rdios do s&eacute;culo XX, a express&atilde;o tem significado de conversa a dois, n&atilde;o necessariamente um (eu) na presen&ccedil;a do outro (voc&ecirc;, incauto, que ora padece com a leitura deste&nbsp;blog). Col&eacute;gio Dom Pedro II &ndash;&nbsp;RJ Tal como minha ancestral do ramo paterno, o Pedro Nava falava o franc&ecirc;s como se nascido na terra desse menino M&aacute;cron, o presidente afinad&iacute;ssimo com pessoas mais experientes e vividas. Mas esta postagem, que d&aacute; sequ&ecirc;ncia e estica o assunto abordado na&nbsp;XLVIII, enaltece os dotes do memorialista na l&iacute;ngua inglesa crescendo para cima do professor Pissil&atilde;o. Notem que o Nava, o cl&iacute;nico versado tamb&eacute;m na Medicina Legal, &ldquo;encara&rdquo; o seu mestre pelos lados e sobretudo por tr&aacute;s. &ldquo;(&#8230;)&nbsp;Visto de julavento e barlavento ele era um velho curvo e incaracter&iacute;stico. J&aacute; de popa era coisa inesquec&iacute;vel. A cabe&ccedil;a aparecia como a de um cogumelo sobre os ombros possantes e arqueados. Por tr&aacute;s, os cabelos eram completamente brancos pois a pintura deslavada que havia sido feita pelo dono, s&oacute; pegava em cima, dos lados, onde ele enxergava. N&atilde;o havia pesco&ccedil;o. Um fraque escuro, t&ecirc;te-de-n&egrave;gre, cujas abas quase arrastavam no ch&atilde;o. Dos lados deste, como patas de guaiamu, sa&iacute;am bra&ccedil;os e pernas &#8211; estas t&atilde;o arqueadas para fora que pareciam ir quebrar ao prosseguimento de sua marcha. Seus passos, dificultados por esses joelhos varos e mais pelos joanetes, deviam faz&ecirc;-lo sofrer a cada movimento da marcha que lembrava a de uma velha senhora e a do peru saltitando sobre chapa aquecida. L&aacute; ia ele pelos corredores, l&aacute; vinha ele para o refeit&oacute;rio dos professores e para as aulas. Parecia uma bruxa de Goya, um Daumier dos mais duros, ou o evadido duma masquerade de William Hogarth.&rdquo; O a&ccedil;oite n&atilde;o cessava por a&iacute;. &ldquo;(&#8230;)Dev&iacute;amos ter pena, entretanto n&atilde;o o poup&aacute;vamos. Nem ele a n&oacute;s. Suas notas iam do 0 (frequente) ao 6 (rar&iacute;ssimo). Acima disto nunca marcara valores mais altos em toda sua vida de professor. Nos exames reprovava sessenta; simplicava 39; dava plenamente seis no restante de cada lote de cem. Caberia a mim romper esse tabu.&rdquo; E j&aacute; perto do arremate, o punhal de prata (ou, mais adequadamente, o bisturi) que o her&oacute;i iniciado na l&iacute;ngua inglesa manejara para, encarando a lousa, o quadro negro, erodir a vaidade intelectual do mestre. &ldquo;(&#8230;) Chamou-me &agrave; pedra. Eu pedi dispensa, que a aula, Professor, est&aacute; quase no fim. N&atilde;o tem import&acirc;ncia, n&atilde;o, nhonh&ocirc;, faltam dez minutos e temos tempo de sobra para uma vers&atilde;ozinha. Vamos a ela, tomando como ponto de partida a sua alega&ccedil;&atilde;o. Escreva na pedra: a aula est&aacute; quase no fim mas meu mestre ainda tem tempo de me dar o duplo zero que &eacute; a ordem de minha priva&ccedil;&atilde;o s&aacute;bado pr&oacute;ximo. Aquilo era o c&uacute;mulo da m&aacute; f&eacute;. In&iacute;cio de aulas e jamais ele tinha ensinado a passar uma s&oacute; palavra, a menor senten&ccedil;a para o Ingl&ecirc;s. Inda mais de improviso! Era mesmo para me achatar. Sob seu olhar maldoso peguei o giz. Rindo, o Pissil&atilde;o encostou-se na c&aacute;tedra para gozar melhor. Escrevi.&nbsp;The lesson is nearly over&nbsp;(olhei, vi&nbsp; o suspense dos colegas e o homem come&ccedil;ando a recolher o riso)&nbsp;but my master has still time&nbsp;(tornei a olhar e bati nuns bogalhos arregalados e numa bocaberta de estupor)&nbsp;to give me the double O that will be a writ to arrest me next Saturday&nbsp;(remirei e para completar o pasmo do homem, para puxar-lhe bem o saco, voltei &agrave; pedra, apaguei o M min&uacute;sculo e substitu&iacute;-o por um mai&uacute;sculo na palavra Master). Tiniram as campainhas, a aula terminara, mas o Pissil&atilde;o, subjugado, bateu com a m&atilde;o na mesa, restabeleceu o sil&ecirc;ncio, pediu-me explica&ccedil;&otilde;es daquele ingl&ecirc;s, sobretudo daquele&nbsp;writ to arrest&nbsp;que o empolgara. Modesto, mandou-me restabelecer a min&uacute;scula de m&aacute;ster, anulou meu zero em comportamento e pela primeira vez na vida deu um grau dez em li&ccedil;&atilde;o de aluno. Fiquei logo favorito e abusei disso fazendo do mestre o que queria e o que queriam os colegas. O homem ficou benevolente. Adiava sabatinas. Passou a dar sete e oito. Repetiu o meu dez, deu-o a outros. Quando eu me chegava para interceder ou para postular ele ria (o Pissil&atilde;o rindo) e me chamava de advogado de porta de xadrez.&rdquo; Ep&iacute;logo: a concilia&ccedil;&atilde;o, o amor e a saudade do velhote supliciado. &ldquo;(&#8230;)Uma corrente de simpatia estabeleceu-se entre ele e os nhonh&ocirc;s e minha turma, deu calor de afei&ccedil;&atilde;o &agrave;quele cora&ccedil;&atilde;o de velho at&eacute; que ele parou &#8211; isto j&aacute; no fim do nosso quarto ano, creio que em outubro de 1919&#8230;&rdquo; #Pedro Nava &nbsp;#Ch&atilde;o de ferro &nbsp;#Col&eacute;gio Pedro II &nbsp;#Bullying &nbsp;#Professor Pissil&atilde;o 03\/06\/2017 (248) mmsmarcos1953@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2280","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2280","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2280"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2280\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2280"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2280"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2280"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}