{"id":2322,"date":"2017-06-20T18:00:01","date_gmt":"2017-06-20T18:00:01","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/blog\/?p=2322"},"modified":"2017-06-20T18:00:01","modified_gmt":"2017-06-20T18:00:01","slug":"historias-do-teatro-brasiliense-vii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/historias-do-teatro-brasiliense-vii\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3rias do teatro brasiliense (VII)"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">N&atilde;o est&aacute; sendo nada descomplicado falar dos dias de hoje. Ainda bem (ainda mal) que neste&nbsp;<em>blog<\/em>&nbsp;inexistem reclama&ccedil;&otilde;es, pela aus&ecirc;ncia absoluta de leitor ou leitora (at&eacute; a parentada me lan&ccedil;ou ao obl&iacute;vio), e posso falar do que eu quiser, inclusive de tempos remotos.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">O presente t&oacute;pico &eacute; interessante porque venho contando a hist&oacute;ria das artes c&ecirc;nicas candangas atrav&eacute;s dum livro que j&aacute; faz parte da hist&oacute;ria e &eacute; organizado, como dito antes, por Fernando Pinheiro Villar e Eliezer Faleiros de Carvalho, no long&iacute;nquo ano de 2004. O sobrevoo pelos anos de 1980 come&ccedil;ara na postagem anterior, deduzida h&aacute; mais de sete meses, na qual assinalei a infertilidade generalizada da d&eacute;cada em quest&atilde;o.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Os dois autores, peremptoriamente, desmentem isso. A descri&ccedil;&atilde;o que fazem l&aacute; pelas p&aacute;ginas 40 e seguintes revela que muita coisa acontecera no mundo do teatro da Capital Federal. Eu desaconselharia duvidar dessa dupla de narradores. Leiam.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; Carlos Gomide funda o grupo Carro&ccedil;a de Mamulengos e passa a se chamar Carlinhos Babau em homenagem a seu mestre de mamulengo Ant&ocirc;nio Babau;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; &eacute; criado o grupo Asas e Eixos a partir de cursos ministrados pela bailarina Iara de Cunto;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; D&aacute;cio Lima agrega pessoas ao grupo M&aacute;scaras e monta atrav&eacute;s de dramaturgia coletiva a pe&ccedil;a&nbsp;<em>Centro Oeste S\/A<\/em>;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; Oswaldo Montenegro escreve e dirige a montagem de&nbsp;<em>Veja Voc&ecirc; Bras&iacute;lia<\/em>, que apresentava entre as mais de cinquenta pessoas no palco as jovens artistas C&aacute;ssia Eller e Z&eacute;lia Duncan;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; o grupo Sucata monta os textos&nbsp;<em>Folhas Partidas<\/em>,&nbsp;<em>De Olhos Fechados<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Boa noite, general<\/em>;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; Guilherme Reis, que no momento est&aacute; burocra na SeCult, encena&nbsp;<em>A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Bichos<\/em>,&nbsp;<em>Chap&eacute;uzinho Amarelo<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>Pedro e o Lobo<\/em>;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; B. De Paiva dirige as pe&ccedil;as&nbsp;<em>O Exerc&iacute;cio<\/em>&nbsp;&nbsp;e &nbsp;<em>As Troianas<\/em>.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Cuido que eu j&aacute; poderia parar com a transcri&ccedil;&atilde;o, tal a import&acirc;ncia dessa patota (o voc&aacute;bulo &eacute; da &eacute;poca) cheia de talento, haja vista a trajet&oacute;ria empreendida por esses\/essas artistas no setor cultural e que at&eacute; hoje perdura.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">N&oacute;s vamos proseguir nossa caminhada na pr&oacute;xima postagem, n&atilde;o sem antes fazer pequena men&ccedil;&atilde;o a pequeno fato: naqueles idos pr&eacute;-Nova Rep&uacute;blica, com a vizinhan&ccedil;a de tr&ecirc;s cinemas, inaugurava-se em Bras&iacute;lia nada mais, nada menos do que a Faculdade Dulcina.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"\" class=\"size-full wp-image-2327 aligncenter\" height=\"604\" src=\"http:\/\/mapati.com.br\/meu-velha\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/dulcina.jpg\" style=\"\" title=\"\" width=\"1000\" \/>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:arial,helvetica,sans-serif;\">http:\/\/comissaodealunosfadm.blogspot.com.br\/<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">20 de junho de 2017<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">(250)<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\"><a href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\" target=\"_blank\"><span style=\"color:#0000FF;\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/span><\/a><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left:106.2pt;\">\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N&atilde;o est&aacute; sendo nada descomplicado falar dos dias de hoje. Ainda bem (ainda mal) que neste&nbsp;blog&nbsp;inexistem reclama&ccedil;&otilde;es, pela aus&ecirc;ncia absoluta de leitor ou leitora (at&eacute; a parentada me lan&ccedil;ou ao obl&iacute;vio), e posso falar do que eu quiser, inclusive de tempos remotos. O presente t&oacute;pico &eacute; interessante porque venho contando a hist&oacute;ria das artes c&ecirc;nicas candangas atrav&eacute;s dum livro que j&aacute; faz parte da hist&oacute;ria e &eacute; organizado, como dito antes, por Fernando Pinheiro Villar e Eliezer Faleiros de Carvalho, no long&iacute;nquo ano de 2004. O sobrevoo pelos anos de 1980 come&ccedil;ara na postagem anterior, deduzida h&aacute; mais de sete meses, na qual assinalei a infertilidade generalizada da d&eacute;cada em quest&atilde;o. Os dois autores, peremptoriamente, desmentem isso. A descri&ccedil;&atilde;o que fazem l&aacute; pelas p&aacute;ginas 40 e seguintes revela que muita coisa acontecera no mundo do teatro da Capital Federal. Eu desaconselharia duvidar dessa dupla de narradores. Leiam. &#8211; Carlos Gomide funda o grupo Carro&ccedil;a de Mamulengos e passa a se chamar Carlinhos Babau em homenagem a seu mestre de mamulengo Ant&ocirc;nio Babau; &#8211; &eacute; criado o grupo Asas e Eixos a partir de cursos ministrados pela bailarina Iara de Cunto; &#8211; D&aacute;cio Lima agrega pessoas ao grupo M&aacute;scaras e monta atrav&eacute;s de dramaturgia coletiva a pe&ccedil;a&nbsp;Centro Oeste S\/A; &#8211; Oswaldo Montenegro escreve e dirige a montagem de&nbsp;Veja Voc&ecirc; Bras&iacute;lia, que apresentava entre as mais de cinquenta pessoas no palco as jovens artistas C&aacute;ssia Eller e Z&eacute;lia Duncan; &#8211; o grupo Sucata monta os textos&nbsp;Folhas Partidas,&nbsp;De Olhos Fechados&nbsp;e&nbsp;Boa noite, general; &#8211; Guilherme Reis, que no momento est&aacute; burocra na SeCult, encena&nbsp;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Bichos,&nbsp;Chap&eacute;uzinho Amarelo&nbsp;e&nbsp;Pedro e o Lobo; &#8211; B. De Paiva dirige as pe&ccedil;as&nbsp;O Exerc&iacute;cio&nbsp;&nbsp;e &nbsp;As Troianas. Cuido que eu j&aacute; poderia parar com a transcri&ccedil;&atilde;o, tal a import&acirc;ncia dessa patota (o voc&aacute;bulo &eacute; da &eacute;poca) cheia de talento, haja vista a trajet&oacute;ria empreendida por esses\/essas artistas no setor cultural e que at&eacute; hoje perdura. N&oacute;s vamos proseguir nossa caminhada na pr&oacute;xima postagem, n&atilde;o sem antes fazer pequena men&ccedil;&atilde;o a pequeno fato: naqueles idos pr&eacute;-Nova Rep&uacute;blica, com a vizinhan&ccedil;a de tr&ecirc;s cinemas, inaugurava-se em Bras&iacute;lia nada mais, nada menos do que a Faculdade Dulcina. http:\/\/comissaodealunosfadm.blogspot.com.br\/ 20 de junho de 2017 (250) mmsmarcos1953@hotmail.com &nbsp;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2322","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2322","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2322"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2322\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2322"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2322"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2322"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}