{"id":2360,"date":"2017-07-06T14:09:56","date_gmt":"2017-07-06T14:09:56","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/blog\/?p=2360"},"modified":"2017-07-06T14:09:56","modified_gmt":"2017-07-06T14:09:56","slug":"historias-do-teatro-brasiliense-ix","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/historias-do-teatro-brasiliense-ix\/","title":{"rendered":"Hist\u00f3rias do teatro brasiliense (IX)"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Os decalques da&nbsp;<em>Hist&oacute;ria do Teatro Brasiliense&nbsp;<\/em>que venho colando aqui se encerram nos anos 90, per&iacute;odo at&eacute; onde caminhou a dupla de pesquisadores. &Eacute; torcer para que lancem novo livro avan&ccedil;ando na narra&ccedil;&atilde;o a partir de 2000 para que se possa replic&aacute;-la neste&nbsp;<em>blog<\/em>, mantendo o quanto poss&iacute;vel a fidedignidade.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Os dois autores, Fernando Villar e Eliezer de Carvalho, se imiscuem na &eacute;poca pr&oacute;xima ao fim do mil&ecirc;nio. Reportam o panorama ruim das artes c&ecirc;nicas, tanto que consignam &ldquo;grande diminui&ccedil;&atilde;o na movimenta&ccedil;&atilde;o teatral no Distrito Federal. Nessa d&eacute;cada v&aacute;rios&nbsp; grupos se desfazem, diversas pessoas que atuaram nos setenta e oitenta deixam Bras&iacute;lia e come&ccedil;am a atuar em outras cidades, bem como no exterior.&rdquo;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Em compensa&ccedil;&atilde;o apontam que, ademais de contar com artistas provindos de todas as regi&otilde;es brasileiras, o teatro brasiliense sofrera boa influ&ecirc;ncia de profissionais oriundos de v&aacute;rias na&ccedil;&otilde;es. Espiem quem se amasiou com o cerrado.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; Hugo Rodas, egresso da terra do Jos&eacute; Mujica, trouxera na mochila a experi&ecirc;ncia de haver trabalhado com Osmar Grazzo no Galpon e no Teatro Escola Circular de Montevid&eacute;o;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; Silvia Dazini, argentina dedicada &agrave; forma&ccedil;&atilde;o vocal dos alunos da Unb;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; a inglesinha Leo Sykes, enfronhada no Udi&nbsp;Grudi.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Ao destacar os\/as artistas que nesse interregno se bandearam para outros pa&iacute;ses &agrave; busca de aprimoramento acad&ecirc;mico e profissional, os contadores da hist&oacute;ria v&atilde;o indicando o nome dos grupo surgidos nas artes c&ecirc;nicas brasilienses.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; o grupo&nbsp;<em>A culpa da m&atilde;e<\/em>, que l&aacute; mais na frente se transmudou no&nbsp;<em>Os melhores do m<\/em>undo;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; na mesma seara do riso, do gostoso deboche, e j&aacute; no finzinho do per&iacute;odo, fomos apresentados ao&nbsp;<em>G7<\/em>&nbsp;e aos&nbsp;<em>An&ocirc;nimos da Silva<\/em>;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">&#8211; l&aacute; pelas bandas da Pra&ccedil;a do Rel&oacute;gio em Taguatinga, o vigor do&nbsp;<em>Celeiro das Antas<\/em>.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Interrompo bruscamente esta postagem (que logo ser&aacute; retomada) por for&ccedil;a de chamado, e chamado celestial. Solicitaram comparecimento do Jo&atilde;ozinho da Vila l&aacute; nas alturas porque, mesmo n&atilde;o sendo um deserto de homens e ideias como o Brasil atual, o c&eacute;u se encontra terrivelmente necessitado dum poeta. E na intima&ccedil;&atilde;o de condu&ccedil;&atilde;o coercitiva restou dito que o novo morador n&atilde;o se incumbir&aacute; somente da leitura dos seus versos: a plateia angelical (e diab&oacute;lica) assistir&aacute; cenas entretecidas pelo declamador critico e brincalh&atilde;o a derramar pelos palcos suas alegorias as mais escalafob&eacute;ticas.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"Arquivo: Facebook de Jo\u00e3o da Vila\" class=\"size-full wp-image-2362 aligncenter\" height=\"441\" src=\"http:\/\/mapati.com.br\/meu-velha\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/joaozim_2.jpg\" style=\"\" title=\"\" width=\"347\" \/> <span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:arial,helvetica,sans-serif;\">Arquivo: Facebook de Jo&atilde;ozinho&nbsp;da Vila<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Fosse organizador do vel&oacute;rio do Jo&atilde;ozinho &#8211; vel&oacute;rio, nada;&nbsp;<em>happening&nbsp;<\/em>-, eu o marcaria para ocorrer na manh&atilde; desta quarta-feira 5, com filmagem a cargo do Glauber Rocha. Al&eacute;m da fam&iacute;lia do poeta e de alguns frequentadores e frequentadoras do saudoso&nbsp;<em>Bom demais<\/em>, o evento teria presen&ccedil;a de moradores da Vila Planalto, inclusive a turma dos blocos e seus instrumentos de percuss&atilde;o. Coroando tudo, a homenagem de important&iacute;ssimos artistas da cidade, Humberto Pedrancini, R&ecirc;nio Quintas, Miqueias Paz, Tulio Guimar&atilde;es, Luciano Astiko, Nicolas Behr, Jorge Antunes&#8230;<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">#Jo&atilde;ozinho da Vila &nbsp; #Celeiro das Antas &nbsp; #Udi Grudi &nbsp; #Hugo Rodas<br \/>\n\t#Silvia Dazini &nbsp; #Leo Sakyes &nbsp; #A culpa &eacute; da m&atilde;e<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">06 de julho de 2017<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">(252)<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\"><a href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\" target=\"_blank\"><span style=\"color:#0000FF;\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/span><\/a><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os decalques da&nbsp;Hist&oacute;ria do Teatro Brasiliense&nbsp;que venho colando aqui se encerram nos anos 90, per&iacute;odo at&eacute; onde caminhou a dupla de pesquisadores. &Eacute; torcer para que lancem novo livro avan&ccedil;ando na narra&ccedil;&atilde;o a partir de 2000 para que se possa replic&aacute;-la neste&nbsp;blog, mantendo o quanto poss&iacute;vel a fidedignidade. Os dois autores, Fernando Villar e Eliezer de Carvalho, se imiscuem na &eacute;poca pr&oacute;xima ao fim do mil&ecirc;nio. Reportam o panorama ruim das artes c&ecirc;nicas, tanto que consignam &ldquo;grande diminui&ccedil;&atilde;o na movimenta&ccedil;&atilde;o teatral no Distrito Federal. Nessa d&eacute;cada v&aacute;rios&nbsp; grupos se desfazem, diversas pessoas que atuaram nos setenta e oitenta deixam Bras&iacute;lia e come&ccedil;am a atuar em outras cidades, bem como no exterior.&rdquo; Em compensa&ccedil;&atilde;o apontam que, ademais de contar com artistas provindos de todas as regi&otilde;es brasileiras, o teatro brasiliense sofrera boa influ&ecirc;ncia de profissionais oriundos de v&aacute;rias na&ccedil;&otilde;es. Espiem quem se amasiou com o cerrado. &#8211; Hugo Rodas, egresso da terra do Jos&eacute; Mujica, trouxera na mochila a experi&ecirc;ncia de haver trabalhado com Osmar Grazzo no Galpon e no Teatro Escola Circular de Montevid&eacute;o; &#8211; Silvia Dazini, argentina dedicada &agrave; forma&ccedil;&atilde;o vocal dos alunos da Unb; &#8211; a inglesinha Leo Sykes, enfronhada no Udi&nbsp;Grudi. Ao destacar os\/as artistas que nesse interregno se bandearam para outros pa&iacute;ses &agrave; busca de aprimoramento acad&ecirc;mico e profissional, os contadores da hist&oacute;ria v&atilde;o indicando o nome dos grupo surgidos nas artes c&ecirc;nicas brasilienses. &#8211; o grupo&nbsp;A culpa da m&atilde;e, que l&aacute; mais na frente se transmudou no&nbsp;Os melhores do mundo; &#8211; na mesma seara do riso, do gostoso deboche, e j&aacute; no finzinho do per&iacute;odo, fomos apresentados ao&nbsp;G7&nbsp;e aos&nbsp;An&ocirc;nimos da Silva; &#8211; l&aacute; pelas bandas da Pra&ccedil;a do Rel&oacute;gio em Taguatinga, o vigor do&nbsp;Celeiro das Antas. Interrompo bruscamente esta postagem (que logo ser&aacute; retomada) por for&ccedil;a de chamado, e chamado celestial. Solicitaram comparecimento do Jo&atilde;ozinho da Vila l&aacute; nas alturas porque, mesmo n&atilde;o sendo um deserto de homens e ideias como o Brasil atual, o c&eacute;u se encontra terrivelmente necessitado dum poeta. E na intima&ccedil;&atilde;o de condu&ccedil;&atilde;o coercitiva restou dito que o novo morador n&atilde;o se incumbir&aacute; somente da leitura dos seus versos: a plateia angelical (e diab&oacute;lica) assistir&aacute; cenas entretecidas pelo declamador critico e brincalh&atilde;o a derramar pelos palcos suas alegorias as mais escalafob&eacute;ticas. Arquivo: Facebook de Jo&atilde;ozinho&nbsp;da Vila Fosse organizador do vel&oacute;rio do Jo&atilde;ozinho &#8211; vel&oacute;rio, nada;&nbsp;happening&nbsp;-, eu o marcaria para ocorrer na manh&atilde; desta quarta-feira 5, com filmagem a cargo do Glauber Rocha. Al&eacute;m da fam&iacute;lia do poeta e de alguns frequentadores e frequentadoras do saudoso&nbsp;Bom demais, o evento teria presen&ccedil;a de moradores da Vila Planalto, inclusive a turma dos blocos e seus instrumentos de percuss&atilde;o. Coroando tudo, a homenagem de important&iacute;ssimos artistas da cidade, Humberto Pedrancini, R&ecirc;nio Quintas, Miqueias Paz, Tulio Guimar&atilde;es, Luciano Astiko, Nicolas Behr, Jorge Antunes&#8230; #Jo&atilde;ozinho da Vila &nbsp; #Celeiro das Antas &nbsp; #Udi Grudi &nbsp; #Hugo Rodas #Silvia Dazini &nbsp; #Leo Sakyes &nbsp; #A culpa &eacute; da m&atilde;e 06 de julho de 2017 (252) mmsmarcos1953@hotmail.com<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2360","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2360","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2360"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2360\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}